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Estado de Minas MERCADO S/A

Nova polêmica fruto da pandemia: chefes não querem home office

No Brasil, os departamentos de Recursos Humanos também notaram a pressão das lideranças para que a jornada seja 100% presencial


17/09/2021 04:00 - atualizado 17/09/2021 07:46

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(foto: Pixabay)

Diversas pesquisas mostram que os funcionários estão satisfeitos com o home office, mas o que dizem os seus chefes? Eles, ao contrário, não parecem tão felizes assim.

Uma pesquisa feita pela consultoria Society for Human Resource Management descobriu que 72% dos líderes das empresas americanas preferem que todos os colaboradores estejam no escritório durante o expediente – eles não gostam sequer do sistema híbrido, que pressupõe a divisão do tempo entre a casa e a empresa.

Outro estudo, desta vez realizado por britânicos, constatou que metade dos diretores das grandes corporações quer a volta dos velhos tempos, abandonando por completo o trabalho remoto.

No Brasil, os departamentos de Recursos Humanos também notaram a pressão das lideranças para que a jornada seja 100% presencial. Como se vê, é difícil derrubar tabus que estão enraizados na cultura corporativa, e isso vale para qualquer parte do mundo.

Varejistas investem em conteúdo

As grandes varejistas brasileiras descobriram o valor do conteúdo. Nesta semana, a Americanas anunciou a compra da Skoob, rede social para leitores com 8 milhões de usuários, a maioria deles com menos de 30 anos. Não é um movimento isolado. No final do ano passado, o Grupo SBF, que controla a Centauro, incorporou os canais de esportes Desimpedidos e Acelerados, entre outros. Na cada vez mais acirrada disputa pela atenção do consumidor, ter conteúdo de qualidade faz toda a diferença.

Desoneração da folha avança na Câmara

A aprovação do relatório do PL 2541 na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados foi comemorada pela Abicalçados, que reúne as indústrias de calçados. O projeto prevê a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores até 2026. “Voltando a tributação como era antes, teríamos em nossa atividade um incremento de R$ 600 milhões em carga tributária”, diz Haroldo Ferreira, presidente da Abicalçados. Agora, o PL segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça.

 

''Eu não sou exemplo a ser copiado. Cada um tem a sua própria história''

Tânia Cosentino, presidente da Microsoft no Brasil. Filha de um comerciante e de uma dona de casa, ela começou a trabalhar aos 16 anos

 

Grupo espanhol Pikolin prepara expansão no Brasil

Dois anos após finalizar a aquisição da brasileira Sleep House, rede varejista multimarca de colchões, o grupo espanhol Pikolin, segundo maior da Europa e com um faturamento anual de R$ 2,5 bilhões (€ 440 milhões), prepara uma nova ofensiva no mercado nacional. Atualmente com 52 unidades espalhadas principalmente no estado de São Paulo, o grupo projeta, em três anos, chegar a mais de 200 lojas no Brasil e a montagem ou aquisição de outra fábrica, com investimento de R$ 100 milhões até 2024.

75%

das grandes empresas instaladas no país já foram ameaçadas por fake news, segundo levantamento da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Como se vê, as notícias falsas não prejudicam apenas cidadãos

RAPIDINHAS

  • A indústria de motos produziu 787,6 mil unidades de janeiro a agosto, o que representa um aumento de 34% em relação ao mesmo período de 2020, quando a pandemia levou ao fechamento de fábricas. O setor havia projetado desempenho melhor. Com a inflação, os juros dos financiamentos aumentaram e o custo final do produto ficou, é claro, maior.

  • A companhia aérea Azul quer fortalecer a sua presença no mercado doméstico. Em novembro, a empresa estreia voos diretos entre Uberaba, no Triângulo Mineiro, e Campinas, no interior de São Paulo. Segundo a Azul, a ideia é aproveitar o esperado aumento da demanda por turismo de negócios. Novas rotas também estão no radar da companhia.
     
  • A intenção de consumo das famílias medida pela Confederação Nacional do Comércio subiu 1,9% em setembro frente a agosto. Foi a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou aos 72,5 pontos.  Não há muito o que comemorar. O nível permanece baixo e dificilmente haverá arrancada em um cenário de crise.

  •  A LVMH, maior conglomerado de luxo do mundo e dona de marcas como Louis Vuitton e Givenchy, inaugurou o seu primeiro hotel em Paris. Sob a bandeira Cheval Blanc, o espaço fica no histórico prédio “La Samaritaine”, nos arredores do Museu do Louvre e da Pont Neuf, e tem 72 suítes com diárias a partir de 1.150 euros.

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