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E se houvesse uma Superliga na América do Sul?

Os idealizadores da Superliga Europeia - gigantes como Real Madrid, Barcelona Manchester United e Juventus - querem dar uma rasteira na Uefa e na Fifa


20/04/2021 04:00 - atualizado 20/04/2021 07:44

Real Madri e Barcelona se enfrentam em clássico no início do mês(foto: JAVIER SORIANO/AFP- 10/4/21)
Real Madri e Barcelona se enfrentam em clássico no início do mês (foto: JAVIER SORIANO/AFP- 10/4/21)
A criação da Superliga Europeia, torneio com 15 clubes fixos e mais cinco convidados, para substituir a Liga dos Campeões agitou o mundo do futebol. Os idealizadores do projeto – gigantes como Real Madrid, Barcelona, Manchester United e Juventus, entre outros – querem dar uma rasteira na Uefa e na Fifa, as entidades mais poderosas do esporte. À primeira vista, o projeto sugere uma espécie de alforria dos clubes, que se livrariam das garras das associações que os exploram. Não é bem assim.

A iniciativa tem motivações financeiras e soaria ingênuo pensar algo diferente disso. A pandemia do coronavírus deixou os times, inclusive os mais ricos, em situação delicada. O Barcelona, por exemplo, fechou 2020 com perdas próximas de 100 milhões de euros, as maiores de sua história.

E se houvesse uma Superliga na América do Sul? Quais times seriam convidados? Os que estão em boa fase ou os que brilharam no passado? Os de maior torcida ou aqueles em melhor situação financeira? Ninguém tem as respostas.

“Viramos sinônimo de coronavírus”


É cada vez maior a rejeição a brasileiros no exterior. “Estamos sentindo na pele o preconceito que os asiáticos sofreram no início da pandemia”, diz um paulista que atua na área de câmbio de um banco dos Estados Unidos. “Infelizmente, viramos sinônimo de coronavírus.” Ele relata um episódio recente. “Fui massacrado numa conferência on-line com pessoas de diversos países: os participantes atacaram o Brasil e um sujeito afirmou que o Biden deveria proibir para sempre a entrada de brasileiros.”

Nos Estados Unidos, vida volta ao normal


Os Estados Unidos são um bom exemplo de como a vacina acelera a recuperação econômica. Diante de mais da metade da população adulta imunizada com a primeira dose, a vida começa a voltar ao normal. Em março, o movimento no varejo subiu 10% em relação a fevereiro. Alguns setores reagiram rapidamente. As vendas de roupas e acessórios aumentaram 18% na mesma base comparativa, enquanto o faturamento de bares e restaurantes cresceu 13% – alguns estabelecimentos chegam a ter fila de espera.

Levi’s adere à moda do consumo consciente


A onda do consumo consciente obriga empresas a se ajustar aos novos tempos. Nesta semana, a grife de jeans Levi’s lança uma campanha publicitária curiosa. Batizada de “Buy better, wear longer” (Compre melhor, use por mais tempo), a iniciativa quer estimular os clientes a não substituir suas roupas tão cedo. Não é um caso único. Em 2011, a marca Patagônia publicou anúncio com o texto “Não compre essa jaqueta.” A antipropaganda tinha como mensagem os danos causados pelo consumo desenfreado.

(foto: Jean-Baptiste Lacroix/AFP 10/2/20)
(foto: Jean-Baptiste Lacroix/AFP 10/2/20)

US$ 1,6 bilhão

é quanto vale a marca de roupas Skims, lançada pela empresária Kim Kardashian há apenas dois anos. Nenhuma grife de moda alcançou valor tão alto em tão pouco tempo


(foto: YouTube/Reprodução 8/4/19 )
(foto: YouTube/Reprodução 8/4/19 )

"A minha geração só pensava em ganhar dinheiro. Hoje em dia, a juventude se preocupa com o meio ambiente, mas isso não quer dizer que não possa ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, mudar o mundo"

Jorge Paulo Lemann, sócio do 3G, fundo controlador de empresas como AB InBev, Kraft Heinz e Burger King


RAPIDINHAS


A ideia de um passaporte de “imunidade” digital para estimular a retomada do turismo ganha força. Um projeto em andamento é o aplicativo Travel Pass, criado pela International Air Transport Association, grupo que representa 290 companhias aéreas. O app reúne os documentos que comprovam o status de vacinação.
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A instabilidade política e as incertezas na economia têm estimulado brasileiros a investir no exterior. No primeiro trimestre, as aplicações em fundos estrangeiros cresceram 40%, chegando ao recorde de R$ 735 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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A corretora XP produziu um relatório que destaca os retornos acumulados por diferentes tipos de investimentos nos últimos 12 meses. Como era de esperar, o bitcoin segue imbatível, com valorização de 717%, muito à frente do segundo colocado, o índice MSCI Global (alta de 51%), que mede o desempenho das ações internacionais.

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A startup brasileira Speedbird Aero tem fechado inúmeras parcerias para a entrega de produtos por drones. No ano passado, começou a projetar o delivery aéreo de materiais coletados em exames para a rede de laboratórios Hermes Pardini. Recentemente, assinou com a cervejaria Ambev um acordo que prevê testes para o transporte de bebidas.

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