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Estado de Minas MERCADO S/A

Demissões de figuras importantes do governo Bolsonaro ganham força

O desembarque começou com a carta dos economistas, que traz duras críticas à gestão da pandemia


29/03/2021 04:00 - atualizado 29/03/2021 08:13

Empresário Jorge Gerdau Johannpeter assinou a carta dos economistas(foto: Fábio Costa/JCom/D.A Press - 8/3/12)
Empresário Jorge Gerdau Johannpeter assinou a carta dos economistas (foto: Fábio Costa/JCom/D.A Press - 8/3/12)

Nos processos eleitorais, as ondas, quando chegam, são avassaladoras. Foi a assim na eleição de Bolsonaro, em 2018, quando o capitão conseguiu seduzir empresários e o mercado financeiro, varrendo a maior parte dos votos dessa turma. Agora, uma nova onda começa a se formar, mas desta vez contra o presidente.

O desembarque começou com a carta dos economistas, que traz duras críticas à gestão da pandemia de COVID-19.

Lançado há menos de 10 dias, o documento já se aproxima de 2 mil assinaturas e passou a atrair os pesos-pesados da economia – entre as novas adesões estão nomes como o empresário Jorge Gerdau Johannpeter e Candido Bracher, ex-presidente do Itaú Unibanco.

No mercado financeiro, a onda também parece ter força. A nova baixa entre antigos apoiadores de Bolsonaro é o gestor de fundos Luis Stulberger, ícone do mercado financeiro brasileiro.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele afirmou que Bolsonaro nunca mais terá o seu voto.

Os 100 anos do Chanel No 5

Marilyn Monroe foi garota-propaganda do lendário perfume da Chanel(foto: A&E/Divulgação)
Marilyn Monroe foi garota-propaganda do lendário perfume da Chanel (foto: A&E/Divulgação)
O mais icônico, o mais reverenciado e um dos mais vendidos da história, o perfume Chanel Nº5 completa 100 anos em 2021. Para comemorar a data (a fragrância foi lançada em 5 de maio de 1921), a Chanel vai lançar edições comemorativas e joias inspiradas na história centenária do perfume. O Nº5 é o exemplo perfeito de como celebridades ajudam a construir marcas. De Marilyn Monroe a Catherine Deneuve,  de Nicole Kidman a Gisele Bündchen, todas elas participaram de campanhas para a Chanel.
 

Sete montadoras interrompem produção

Pouco depois do início da pandemia, o Madero chegou a demitir 600 funcionários, mas boa parte deles foi recontratada(foto: Simão Leal/Divulgação 9/12/17 )
Pouco depois do início da pandemia, o Madero chegou a demitir 600 funcionários, mas boa parte deles foi recontratada (foto: Simão Leal/Divulgação 9/12/17 )

A partir desta segunda-feira (29/3), as quatro fábricas da japonesa Toyota no Brasil suspendem as atividades regulares por causa do agravamento da pandemia de COVID-19. Trata-se da sétima empresa do setor a paralisar a produção. Nos últimos dias, as plantas de automóveis da Volkswagen e Nissan e as montadoras de caminhões e ônibus Mercedes, Scania, Volks e Volvo também interromperam os trabalhos em razão da crise sanitária. É a primeira vez na história que o segmento desativa as linhas por questões de saúde.

Madero deverá adiar abertura de capital

A abertura de capital do grupo de restaurantes Madero deverá ficar para 2022. O novo adiamento – a previsão inicial da empresa era estrear na Bolsa em 2020 – é defendido pela Carlyle, multinacional americana de private equity que já investiu US$ 120 milhões na empresa brasileira. O ano passado, pouco depois do início da pandemia do novo coronavírus, o Madero chegou a demitir 600 funcionários, mas boa parte deles foi recontratada. Agora, a aposta é na retomada: a ideia é abrir 35 lojas em 2021.
 

Rapidinhas

  • O economista Gesner Oliveira, ex-presidente do Cade e da Sabesp, e o administrador Artur Villela Ferreira lançam hoje o livro Nem negacionismo nem apocalipse – economia do meio ambiente: uma perspectiva brasileira. Na obra, eles discutem mitos ligados ao meio ambiente e se debruçam sobre o desafio da gestão de recursos naturais.
  • “O debate ambiental no Brasil é muito polarizado, com muitas opiniões e poucas informações”, diz Oliveira. Entre os mitos que o livro pretende derrubar é que transgênicos são prejudiciais à saúde. “Além de não representar risco à saúde humana, as técnicas de edição genética permitem uma produção maior em uma mesma área”, escrevem Oliveira e Ferreira.
  • Estudo realizado pela consultoria Mckinsey em sete países constatou que os brasileiros estão entre os mais dispostos a comprar carros elétricos. De acordo com a pesquisa, 48% consideram adquirir veículos eletrificados. Os brasileiros ficaram atrás de chineses e à frente de norte-americanos.
  • Mais contêineres caíram de navios nos últimos quatro meses do que normalmente se perde em um ano inteiro. A culpa é do tráfego intenso, mas há outra explicação: as ondas fortes que podem ser resultado das mudanças climáticas. Trata-se de um novo desafio para o transporte de cargas e um problema gigantesco para as empresas.

29%

foi quanto subiu o preço das embalagens nos últimos 12 meses, segundo dados da Abre, a associação do setor. A alta do dólar e a escassez de matéria-prima contribuíram para o avanço
 




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