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Estado de Minas MERCADO S/A

Pressão de governadores coloca em xeque o ministro da Infraestrutura

Minas e Espírito Santo cobram de Tarcísio de Freitas acordo para obra ferroviária. No Paraná, problemas são pedágios mais caros


22/03/2021 04:00 - atualizado 22/03/2021 07:28

Ministro Tarcísio de Freitas entrou em ''guerra'' com os governadores(foto: Wikimedia Commons)
Ministro Tarcísio de Freitas entrou em ''guerra'' com os governadores (foto: Wikimedia Commons)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, tem andado às turras com diversos estados. No Paraná, ele se desentendeu com Ratinho Junior (PSD) sobre o modelo de concessões rodoviárias, que implica em pedágios mais caros para os paranaenses.

Em Mato Grosso, o governador Mauro Mendes (DEM) cobra da União uma solução para o trecho não pavimentado da BR-158, que passa por terras indígenas.

No início de março, o governo da Bahia enviou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) o pedido de suspensão da renovação do contrato da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), alegando que nos últimos 25 anos a concessionária VLI abandonou as estruturas que servem ao estado.

O fato de a renovação da FCA não contemplar o contorno ferroviário da Serra do Tigre (MG) desagrada a Minas Gerais e a Espírito Santo. Para completar os enroscos, Maranhão segue infeliz porque o Ministério da Infraestrutura não pretende alocar recursos para construir o ramal ferroviário entre Estreito e Balsas.

Os campeões na geração de empregos

A escassez de crédito para as pequenas empresas é mais preocupante quando se analisa a importância delas para a economia. Segundo o Sebrae, os micros e pequenos negócios lideraram a geração de empregos em janeiro, com 195,6 mil vagas abertas. O número corresponde a 75% do total de 260 mil empregos formais criados no mês. Não é um fenômeno casual. Nos últimos seis meses, as micros e pequenas registraram um saldo positivo de 1,1 milhão de vagas. Isso, ressalte-se, em tempos de pandemia.

Qualicorp quer socorrer setor cultural

A administradora de planos de saúde Qualicorp lança nesta semana o Qualicult, primeiro concurso de música, dança, teatro e poesia da companhia. Serão escolhidos 90 trabalhos, individuais e em grupo, para premiações que totalizam R$ 585 mil. As inscrições ocorrem de 22 de março a 22 de abril e o edital está disponível no site www.qualicult.qualicorp.com.br. Segundo Bruno Blatt, presidente da Qualicorp, a ideia é incentivar a cultura e a classe artística, afetadas diretamente pela pandemia.

Pequeno empresário sofre para obter crédito

Os bancos prometem facilitar a liberação de crédito para pequenos empresários, mas, na prática, isso não ocorre. O empreendedor paulista Rafael Borges e Silva, dono de uma rede de lavanderias, diz que está há seis meses peregrinando por diversas instituições. “Meu faturamento caiu 70% e é impossível manter a empresa em operação”, diz. “Os bancos negam o pedido de empréstimo argumentando que não ofereço as garantias necessárias. Como vou dar garantias se estou quase quebrado?”

RAPIDINHAS


  • A Terracotta Ventures, empresa de venture capital especializada em startups da área da construção civil, investirá R$ 100 milhões em até 20 companhias nos próximos quatro anos. “Vamos apoiar negócios escaláveis que transformem a indústria da construção, ainda repleta de ineficiências”, diz Bruno Loreto, um dos fundadores da Terracotta.

  • Há um ano em home office, os funcionários da TIM gostaram da experiência. Em recente pesquisa realizada pela empresa, 88% dos colaboradores declararam que o ambiente de trabalho é positivo, e 90% acham que a operadora oferece condições adequadas para o desempenho das atividades, mesmo remotamente.

  • O Observando os Rios, projeto da ONG SOS Mata Atlântica viabilizado pela Ypê, comemora hoje, Dia Mundial da Água, o monitoramento de 249 rios em 64 cidades brasileiras. A Ypê passou a apoiar a iniciativa em 2015, quando o Observando os Rios expandiu o monitoramento que existia só no Rio Tietê, em São Paulo, para 17 estados.

  • É curioso como o preço de imóveis pode variar até na mesma rua. No Bairro Anchieta, em Belo Horizonte, a oscilação chega a R$ 2,7 mil no valor do metro quadrado. A constatação é do estudo “Mapas de Ruas e AVM”, realizado pelo DataZAP, que utiliza técnicas de big data e machine learning para gerar estimativas de preços de imóveis.
 

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