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Estado de Minas Mercado S/A

Disney é mais uma ameaça para TVs a cabo

"80% das universidades pretendem aumentar o uso de novas tecnologias nos próximos 5 anos"


16/11/2020 04:00 - atualizado 16/11/2020 07:50

(foto: TOLGA AKMEN/AFP)
(foto: TOLGA AKMEN/AFP)


A chegada ao Brasil nesta terça-feira da Disney+, a plataforma de streaming da empresa de Mickey Mouse, deverá representar mais um duro golpe para as TVs a cabo.

Segundo dados da consultoria Teleco, elas contam atualmente com 15 milhões de assinantes. Um ano atrás, eram 16,1 milhões. Para se ter ideia do tamanho do problema, a Netflix tem 17 milhões de pagantes, e o número não para de crescer.

A Disney chega com munição pesada, como séries juvenis e personagens da Marvel e Star wars. 
 

Tecnologia revoluciona educação


A crise do coronavírus afetou estudantes do mundo inteiro. Segundo relatório divulgado pelas Nações Unidas, 1,6 bilhão de alunos de 190 países tiveram de recorrer ao ensino a distância, mas nem todas as instituições estavam preparadas para fornecer aulas remotas. Há grande defasagem no setor. Estima-se que apenas 2,5% dos US$ 10 trilhões investidos anualmente em educação incluem ferramentas digitais – a pandemia deixou mais do que claro que isso não é suficiente. A partir de agora, o cenário irá mudar radicalmente. Outro estudo, desta vez feito pela consultoria Promethean, identificou que 80% das universidades pretendem aumentar o uso de novas tecnologias nos próximos 5 anos e espera-se que 50% das horas de estudo sejam digitalizadas. Isso é ótimo para as empresas do ramo, mas melhor ainda para os alunos. “A revolução educacional, além de trazer novas possibilidades de investimentos, cria oportunidades para todos”, diz Guilherme Giserman, estrategista internacional da corretora XP.
 

A corrida bilionária da Volkswagen


A indústria automotiva passa por transformações sem precedentes, o que obriga as empresas a não medirem esforços para enfrentar a nova era. Exemplo disso é a alemã Volkswagen, que iniciará um dos maiores ciclos de investimentos de sua história. Nos próximos 5 anos, 73 bilhões de euros – o equivalente a impressionantes R$ 473 bilhões – serão desembolsados em tecnologias como baterias para veículos elétricos e carros híbridos. A Volks não quer perder a corrida tecnológica.
 

Pressão pelo auxílio emergencial


Os empresários estão preocupados com o fim do auxílio emergencial. Sem ele, e a possibilidade de uma segunda onda do coronavírus, o risco de a economia não andar é alto. Para complicar, o quadro de desemprego elevado deverá comprometer o consumo por um bom período. Nessa equação, o governo tem o desafio de não estourar o teto de gastos. Como operar o milagre? A encrenca está nas mãos do presidente Jair Bolsonaro, que receberá pressão de todos os lados para que o benefício seja mantido. 
 
(foto: ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)
(foto: ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)
 
 

''Seu patrimônio evolui na razão direta em que você reinveste os ganhos. O importante é reaplicar. Não tudo, mas pelo menos uma parte, para formar um patrimônio maior e uma perspectiva cada vez mais acentuada de receber proventos''

Luiz Barsi, um dos investidores de melhor desempenho da história da bolsa brasileira e dono de um patrimônio de R$ 2,2 bilhões em ações

 
1.000 agências foram fechadas em 2020 pelo Bradesco, Itaú e Santander, os três maiores bancos privados do Brasil. A digitalização obriga as instituições financeiras a mudar o modelo de negócios 
 

RAPIDINHAS 

 
(foto: BRENO FORTES/CB/4/2O )
(foto: BRENO FORTES/CB/4/2O )
 
 
Projeto de lei que dá autonomia ao Banco Central, aprovado pelo Senado e que segue para votação na Câmara dos Deputados, prevê o mandato fixo de quatro anos para o presidente e 
os diretores da autoridade monetária, além de estabelecerentre os objetivos da entidade o fomento do emprego. 

O segundo aspecto chama a atenção.Segundo Renata Cardoso, sócia do escritório Lefosse Advogados, fomentar o emprego não deveria ser atribuição do Banco Central. “É preocupante que a redação proponha aumentar o papel do BC para além de suas funções”, diz a especialista. “Isso pode contribuir para que as decisões técnicas sejam contaminadas por pautas de outros ministérios.” 

A Audi é mais uma montadora a investir na estratégia de aluguel de carros. O programa Audi Luxury Signature consiste em oferecer modelos da marca para locação, com 2 mil quilômetros de franquia por mês, seguro, IPVA, licenciamento e assistência 24 horas inclusos. Segundo 
a empresa, o aluguel mensal do modelo A6 custa R$ 9,5 mil.

Levantamento feito pela consultoria Orbit concluiu que os brasileiros não estão mais tão animados com o home office. Segundo o estudo, feito a partir da análise de comentários em redes sociais, em janeiro – antes da pandemia – 70% das pessoas elogiavam o trabalho remoto. Em junho, a aprovação caiu para 45%.  

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