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Pandemia revoluciona o mundo do trabalho, com nova força do home office

Muitas empresas reformularam seus escritórios para aumentar o distanciamento, outras adotaram o home office definitivo e algumas aderiam aos escritórios compartilhados e há até companhias e governos que começaram a testar a semana de quatro dias


18/09/2020 04:00 - atualizado 18/09/2020 07:22

Após a pandemia, intenção de muitas empresas é manter quadros de pessoal mais enxutos no trabalho presencial e manter mais gente trabalhando em casa (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press 30/3/20 )
Após a pandemia, intenção de muitas empresas é manter quadros de pessoal mais enxutos no trabalho presencial e manter mais gente trabalhando em casa (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press 30/3/20 )

A pandemia do coronavírus provocou grandes transformações, mas talvez a mais marcante será no mundo do trabalho. Muitas empresas reformularam seus escritórios para aumentar o distanciamento entre funcionários, outras adotaram o home office definitivo, algumas aderiram aos escritórios compartilhados, e há até companhias e governos que começaram a testar a semana de quatro dias. Nem sempre o que é bom para certas corporações funcionará para outras, mas a realidade é que o mercado vive intensa revolução. Um estudo realizado pela consultoria KPMG com mil empresários brasileiros constatou que quase um terço dos pesquisados voltará aos escritórios apenas em 2021. No retorno, só 18% das companhias pretendem ter seu quadro completo nas unidades, o que significa que muitos profissionais adotarão permanentemente o trabalho remoto. Outro estudo, desta vez da Workana, maior plataforma de freelancers da América Latina, descobriu que 94% das pessoas gostariam de trabalhar em casa após a pandemia.

Amazon amplia frota de aviões

O crescimento explosivo do comércio eletrônico tem obrigado as empresas a melhorar as suas operações logísticas. Entre maio e julho, no auge da pandemia do coronavírus, a Amazon comprou nove aviões para acelerar as entregas. Agora, a companhia de Jeff Bezos (foto) conta com uma frota de 70 aeronaves, mas certamente esse número crescerá nos próximos meses. A ideia, diz a empresa, é construir um hub aéreo nos Estados Unidos com capacidade para pelo menos 200 voo diários.

Os hábitos de consumo no pós-pandemia

O Twitter realizou ampla pesquisa no Brasil para identificar os hábitos de consumo que deverão permanecer no pós-pandemia. Para 85% dos entrevistados, passou a ser mais importante que marcas e empresas se comportem de forma sustentável. Em outras palavras: quem agredir a natureza e não tiver compromissos sociais provavelmente ficará pelo caminho. Outro recorte interessante: 42% das pessoas aumentaram o uso de aplicativos de delivery (foto) e pretendem manter o hábito após o fim da quarentena.
 

Provavelmente, haverá uma recuperação rápida quando todas as medidas de restrição relacionadas aos bloqueios forem suspensas, mas uma recuperação completa levará até cinco anos

Carmen Reinhart, economista-chefe do Banco Mundial

 

Playstation salva a Sony

A japonesa Sony deve tudo ao PlayStation. Nesta semana, todo o estoque do novo console PS5 esgotou em duas horas – e isso no Brasil e nos Estados Unidos. O curioso é que, não fosse pelos games, a Sony enfrentaria sérias dificuldades. Seus smartphones, TVs e computadores são fiascos de vendas, e muitas de suas inovações (lembra-se do walkman?) foram superadas pela concorrência. Há alguns dias, a empresa anunciou que fechará a fábrica em Manaus e deixará de vender equipamentos eletrônicos no Brasil.
 

R$ 26 bilhões


é quanto a Região Nordeste receberá em investimentos até 2026 para a expansão da capacidade de geração de energia elétrica. O cálculo é do ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia 

RAPIDINHAS


  • O mercado brasileiro de self storages, como são chamados os galpões para guardar pertences, cresceu na pandemia. No primeiro trimestre, havia 69,4 mil boxes desse tipo no Brasil. No segundo trimestre, o número saltou para 79,3 mil. O preço também subiu: o valor médio do aluguel mensal do metro quadrado passou de R$ 94 para R$ 99
  • A rede social americana Parler ganha adeptos no mundo inteiro com uma proposta questionável: jamais censurar os posts, mesmo se eles forem agressivos e intolerantes. Em janeiro, a plataforma tinha 5 milhões de usuários. Agora, são 15 milhões. Apoiadores de Donald Trump são os principais impulsionadores da nova onda da internet.
  • A nostalgia está em alta. Nos Estados Unidos, as vendas de discos de vinil chegaram no primeiro semestre a 10 milhões de cópias, o dobro na comparação com o mesmo período de um ano atrás. As câmeras instantâneas, que se tornaram anacrônicas na era digital, também voltaram com força e até a clássica Polaroid será relançada.
  • O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra, pelo Carrefour (foto), de 30 lojas e 14 postos de combustíveis operados pelo Makro Atacadista no Brasil. O negócio foi costurado em fevereiro passado, por aproximadamente R$ 2 bilhões, mas dependia da anuência do órgão de controle. 

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