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Estado de Minas Mercado S/A

Na onda digital durante a pandemia, os restaurantes se reinventam

Os empresários que aderiram ao modelo de gestão novo não só digitalizaram a atuação dos estabelecimentos de entretenimento como aprenderam rapidamente a operar o delivery


17/07/2020 04:00 - atualizado 19/07/2020 07:41

Com aumento expressivo de restaurantes cadastrados em seus serviços, os aplicativos de transporte aproveitaram as oportunidades surgidas em meio ao isolamento social(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press 16/4/20 )
Com aumento expressivo de restaurantes cadastrados em seus serviços, os aplicativos de transporte aproveitaram as oportunidades surgidas em meio ao isolamento social (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press 16/4/20 )

Poucos setores aproveitaram tão bem o isolamento social quanto os aplicativos de entrega. Nos últimos quatro meses, período que coincide com a explosão de casos de coronavírus no Brasil, o iFood observou um aumento expressivo do número de restaurantes cadastrados em sua plataforma. Eram 120 mil estabelecimentos em março e passaram a ser 160 mil no final de junho. Os empresários que aderiram ao modelo não só digitalizaram os restaurantes como aprenderam rapidamente a operar o delivery”, disse Diego Barreto, diretor financeiro do iFood, em evento on-line organizado pela corretora XP. De acordo com o executivo, os novos parceiros serão mantidos mesmo quando o isolamento social acabar por completo. “Antes, o restaurante não precisa ser digital, bastava estar instalado em um bom ponto para ter chance de ser bem-sucedido”, afirma. “Agora isso mudou. Com a pandemia, todos os empresários tiveram que se tornar digitais e essa experiência será permanente.”

No Airbnb, 1 mi de reservas em 24 horas


O Airbnb começa a se recuperar depois do tombo que sofreu na crise do coronavírus. Pela primeira vez desde o início da pandemia, registrou pelo menos 1 milhão de noites reservadas em um período de 24 horas. Como já se suspeitava, os turistas darão preferência a viagens mais curtas: metade das reservas foi para regiões a menos de 500 quilômetros de distância da casa dos hóspedes. “Nosso negócio não se recuperou, mas enxergamos sinais encorajadores”, diz o comunicado da empresa.

A vez da economia de baixo contato


As empresas gostam de criar jargões para novas estratégias de negócios. A onda da vez é a Low Touch Economy (“economia de baixo contato”). Ela consiste em vender produtos sem que haja interação entre o cliente e o vendedor. No Brasil, a rede de supermercados Hirota lançou pequenas lojas, de 30 metros quadrados, dentro de condomínios. O cliente baixa o aplicativo e cadastra a biometria ou QRCode para destravar a porta da unidade. Depois, escolhe os produtos e paga pelo sistema de autoatendimento.

Concorrência acirrada em investimentos


O crescimento explosivo do mercado brasileiro de investimentos começa a movimentar toda a cadeia de negócios do setor. Nesta semana, a EQI Investimentos, um dos maiores escritórios de agentes autônomos da XP, trocou a antiga parceira para se associar ao BTG Pactual. Sediada no Balneário Camboriú, em Santa Catarina, a EQI tem 340 assessores e administra R$ 9,5 bilhões. Agora, sob o domínio do BTG, deverá se tornar uma corretora e concorrer diretamente com sua antiga aliada.
 

Rapidinhas


O medo de perder o emprego nunca foi tão alto no Brasil. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), sete em cada dez trabalhadores formais e informais receiam ficar sem renda. Para 67% dos entrevistados, a retomada não começou e 61% acham que a recuperação virá apenas em 2021.

As pequenas e médias empresas continuam sofrendo para obter crédito. Apesar das insistentes reclamações junto aos bancos, só 18% dos empresários foram bem-sucedidos na captação de recursos, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas. A Caixa (45%) é o banco mais procurado.

A empresa de pesquisas Kelley Blue Book estudou a variação de preços dos carros zero quilômetro em junho na comparação com maio. Na média, os valores dos veículos novos sofreram um leve recuo no período, de 0,85%. A maior queda foi a do Fiat Toro, com baixa de 14,4%. No campo oposto, o Volkswagen Fox ficou 4,7% mais caro.

Os crimes cibernéticos dispararam na quarentena. Nos Estados Unidos, as invasões de computadores aumentaram 6.000% em maio na comparação com o mesmo mês de 2019. No Brasil, há 23 golpes por minuto na internet. Uma das razões para o fenômeno é o crescimento expressivo do comércio eletrônico, que estimulou a ação dos bandidos.

(foto: Dirk Wavem/AFP 24/4/19)
(foto: Dirk Wavem/AFP 24/4/19)

“Os consumidores vão começar a pressionar as empresas para que elas gerem menos impacto ambiental”
Carlos Brito, presidente da Anheuser-Busch InBev

(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press 22/4/20)
(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press 22/4/20)

11,9%

foi quanto cresceram, em maio, as vendas de supermercados em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, os negócios avançaram 5,6% sobre igual período de 2019. Os dados são da Abras, associação que representa o setor

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