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Estado de Minas MERCADO S/A

Combate ao racismo pelas grandes empresas ainda é muito tímido

Após manifestações pelo mundo em favor da igualdade racional, Facebook suspendeu perfis associados a grupos supremacistas brancos, o Twitter eliminou postagens segregacionistas e o Instagram anunciou bloqueio de publicações racistas, mas são poucas as iniciativas


postado em 04/06/2020 04:00 / atualizado em 05/06/2020 11:12

Protesto antirracista nos EUA: no Brasil, apenas 5% dos cargos executivos no mundo dos negócios são ocupados por negros(foto: Mark Felix/AFP)
Protesto antirracista nos EUA: no Brasil, apenas 5% dos cargos executivos no mundo dos negócios são ocupados por negros (foto: Mark Felix/AFP)
Os protestos contra o racismo nos Estados Unidos sensibilizaram o mundo corporativo. Nesta semana, o Facebook suspendeu perfis associados a grupos supremacistas brancos, o Twitter eliminou postagens que pregavam a segregação e o Instagram disse que vai adotar mecanismos capazes de bloquear publicações racistas. Algumas iniciativas fora das redes sociais também chamaram a atenção. Em comunicado a funcionários, o banco japonês SoftBank informou que vai criar um fundo de investimentos voltado a empresas lideradas por negros. Maior rede de cafeterias do mundo, a americana Starbucks lançou um fórum para debater o que pode ser feito para combater o racismo e as injustiças associadas a ele. Na Apple, o presidente Tim Cook garantiu que parte do seu tempo será dedicada a tornar a sociedade mais igual. Todos as iniciativas acima são louváveis, mas certamente insuficientes. No Brasil, apenas 5% dos cargos executivos são ocupados por negros. É hora de mudar essa realidade.

Mineração Usiminas investe em tecnologia de rejeitos


A Mineração Usiminas (Musa) vai investir R$ 160 milhões em uma planta de filtragem de rejeitos na cidade de Itatiaiuçu (MG). Ela trará inovações como o sistema “dry stacking” (empilhamento a seco), que permitirá à empresa eliminar o uso de barragens para o depósito de rejeitos gerados no processo de beneficiamento de minério. A expectativa da Musa é concluir o projeto – o primeiro do gênero no país a usar essa tecnologia – em 12 meses.

As lições da China


Acompanhar a retomada da economia chinesa é uma lição valiosa para entender como será a recuperação no Brasil quando a pandemia do coronavírus der alguma trégua. Embora o setor industrial tenha voltado à normalidade, o baixo consumo no país da Muralha mostra como é difícil sair de grandes crises. Na China, o movimento nos restaurantes, hotéis e shoppings dá sinais inesperados de fraqueza. Apesar de a COVID-19 estar sob controle, as pessoas temem uma segunda onda de contágio.

Startup de bicicletas recebe R$ 240 milhões


A startup Tembici, fornecedora do serviço de aluguel de bicicletas do banco Itaú, recebeu US$ 47 milhões (cerca de R$ 240 milhões) em uma rodada de investimentos liderada pelos fundos Valor Capital e Redpoint eVentures e que teve a participação do IFC, braço do Banco Mundial. Criada em 2010, a Tembici opera 16 mil bicicletas em 10 cidades brasileiras e duas no exterior (Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina).  A ideia agora é ingressar em novos mercados na América do Sul.

''O patamar de 2,25% para a Selic não é algo escrito na pedra, algo fixo que temos que ter em mente e não podemos cruzar''

Fábio Kanczuk, diretor de política monetária do Banco Central. No mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,75%, levando a taxa para 3% ao ano, novo piso histórico



Rapidinhas


A Votorantim Cimentos criou um fundo para apoiar o combate ao coronavírus nas comunidades próximas às suas operações. Em Itaú de Minas (MG), os recursos foram usados na compra de 21 mil itens de proteção, como luvas e máscaras. Há alguns dias, a empresa doou 1,2 mil sacos de cimento para a Santa Casa de Passos, que vai usar o material na construção de leitos de UTI.


Há outros projetos no radar da Votorantim Cimentos. Em abril, ingressou no “Movimento Não Demita”, assumindo o compromisso de manter até julho o quadro de 12 mil funcionários. Recentemente, criou o “Movimento VCajuda” para oferecer soluções digitais ao varejo da construção civil.

A Via Varejo, dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, adotou uma solução criativa para driblar a quarentena: o drive-thru para entregas. Segundo a empresa, os clientes poderão realizar as compras pela internet e retirar os pedidos no mesmo dia. A operação estará disponível em 200 lojas localizadas no Distrito Federal, Minas Gerais e outras regiões do país.

A queda da demanda jogou para baixo o preço das passagens aéreas. De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o preço médio das passagens aéreas em voos domésticos caiu 23% entre abril e maio. Muitas empresas têm oferecido promoções para atrair clientes.

31,8%

foi quanto recuaram as vendas no varejo em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo a Serasa Experian, foi a maior queda da série histórica iniciada em 2001


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