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Estado de Minas MERCADO S/A

Debandada de investimentos estrangeiros afeta mercado financeiro

Analistas confirmam que, em 2019, cerca de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros deixaram a bolsa brasileira, o pior resultado desde 2008


postado em 21/11/2019 04:00

 (foto: Christian Tragni/Folhapress )
(foto: Christian Tragni/Folhapress )



No início do ano, no auge da empolgação do mercado financeiro com a eleição do presidente Jair Bolsonaro, os analistas diziam que a bolsa brasileira receberia uma avalanche de recursos do exterior. A realidade, porém, é bem diferente. Em 2019, cerca de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros deixaram a bolsa brasileira (foto), o pior resultado desde 2008, no calor da crise financeira global. O que teria acontecido para desanimar os gringos? As análises mudam ao sabor das inclinações ideológicas, mas é possível traçar alguns pontos em comum. O primeiro deles: muitos investidores voltaram a aplicar dinheiro na Ásia diante da perspectiva de uma trégua na guerra comercial entre Estados Unidos e China. O segundo ponto se deve ao baixo crescimento global, o que diminui o apetite dos investidores para o risco. Por fim, as turbulências políticas acabam assustando a turma que detém dinheiro pesado. A boa notícia é que esse terceiro obstáculo só depende do Brasil para ser superado.

 
 
"Proibir o canabidiol para uso em medicamentos é como proibir o consumo de açúcar porque a cachaça tem álcool. Tem muita gente jogando contra por total ignorância"
 Neide Montesano, presidente da Associação Brasileira de Marcas Próprias
 
 
A intenção de consumir é maior na região Sudeste
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje o índice “Intenção de Consumo das Famílias”. Segundo o estudo, as famílias da região Sudeste são as que apresentam a maior disposição para consumir (alta de 3,3% em novembro na comparação com o mês anterior), seguidas pelos moradores do Norte do país (0,6%) e Sul (0,4%). No campo oposto, os residentes do Nordeste (queda de 0,5%) e Centro-Oeste (redução de 1,8%) estão mais receosos.



(foto: Avianca/Divulgação)
(foto: Avianca/Divulgação)

CVC sofre com quebra da Avianca Brasil
Maior operadora de turismo do Brasil, a CVC enfrenta um dos anos mais difíceis de sua história. Desde que divulgou seu balanço trimestral, em 7 de novembro, os papéis caíram 24%. Em valor de mercado, as perdas somam R$ 1,8 bilhão. Segundo analistas, boa parte da culpa dever ser atribuída à quebra da companhia aérea Avianca Brasil, que teve todos os seus voos suspensos a partir de 24 de maio. Apenas para arcar com os custos de cancelamento dos voos, a CVC provisionou R$ 45 milhões.


(foto: Nubank/Divulgação)
(foto: Nubank/Divulgação)

“Galera do Nubank” ataca bancos tradicionais
As fintechs estão cada vez mais agressivas no ataque aos bancos tradicionais. Nesta semana, o Nubank enviou a universitários uma carta que parece ter sido escrita à mão e que traz a seguinte mensagem: “A gente acredita que todo esse tempo os bancos cobraram muito para oferecer pouco. Isso não está certo. E foi aí que criamos algo para pessoas cansadas de burocracia, de tarifas abusivas e de pegar fila no banco.” A fintech assina a carta com um jovial “Galera do Nubank”.



rAPIDINHAS
» As fotos são as campeãs de engajamento nas redes sociais. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela universidade Faap em parceria com a plataforma Socialbakers. Segundo a pesquisa, que considerou dados do terceiro trimestre, a publicação de fotos gerou a interação de 77% dos usuários no Facebook, contra 14% dos vídeos.

» A bolsa brasileira está passando por uma expansão sem precedentes. Entre janeiro e outubro, o mercado acionário do país captou R$ 312 bilhões, 54% acima do valor obtido no mesmo período de 2018. Os dados são da Anbima, associação do setor financeiro. Atualmente, 1,5 milhão de brasileiros investem em ações.

» Empresários que fazem parte de um grupo de WhatsApp comemoraram ontem a declaração do chefe da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, negando a possibilidade de criação de um imposto sobre transações financeiras, nos moldes da CPMF. “Essa é a melhor notícia do ano”, disse o presidente de uma empresa da área de tecnologia.

» Os empresários também ficaram satisfeitos com a intenção do governo de enviar para a Câmara dos Deputados, ainda neste ano, a reforma tributária, conforme garantiu Tostes Neto. “Tem que ser logo”, disse, no mesmo grupo de WhatsApp, o presidente de uma fabricante de autopeças. “O governo precisa aproveitar a onda reformista antes que ela passe”.


US$ 200 bilhões
é quanto a Apple tem em caixa, segundo dados divulgados no 
último balanço trimestral. O valor corresponde ao dobro 
das receitas anuais de uma empresa do porte da Petrobras


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