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Brasil faz feio em ranking de competitividade com colocação pífia

Sem ter o que comemorar, o país amarga agora um modesto 71º lugar entre 141 nações estudadas pelo novo relatório do Fórum Econômico Mundial


postado em 10/10/2019 04:00 / atualizado em 10/10/2019 09:50

(foto: Jhonatan Vieira/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Jhonatan Vieira/Esp. CB/D.A Press)

O Brasil continua fraquejando nos rankings internacionais de competitividade. Sem ter o que comemorar, o país amarga agora um modesto 71º lugar entre 141 nações estudadas pelo novo relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado ontem em Brasília. Rea- lizado desde 1997, o estudo leva em conta fatores como infraestrutura, estabilidade econômica, saúde, mercado de trabalho, sistema financeiro e capacidade de inovação para definir o grau de compe- titividade dos países. Mesmo com o avanço de uma posição em relação ao documento produzido no ano passado, houve piora de indicadores como desemprego (foto) e desigualdade social. Segundo o levantamento, o país encontra-se em um “processo lento de recuperação da sua competitividade”. A primeira colocação da lista ficou com Cingapura, seguida por Estados Unidos e Hong Kong. Na sequência, estão Holanda, Suíça, Japão, Alemanha, Suécia e Reino Unido. Entre as nações da América Latina, o Chile, na 33ª posição, é o melhor classificado.

 
 
(foto: Natura/Divulgação)
(foto: Natura/Divulgação)

Natura estreia na Malásia

A Natura inaugura nesta semana sua primeira operação na Ásia. A Malásia foi o país escolhido para receber a estratégia omnichannel da empresa, 
com a combinação de e-commerce e venda por loja física. Segundo a empresa, serão oferecidos 300 itens do portfólio Natura, incluindo as marcas Ekos, Chronos, Lumina, Mamãe e Bebê e Natura Homem. O ano de 2019 tem sido o mais ativo da história da companhia. Em maio, assumiu o controle da americana Avon, num dos maiores negócios da história do setor.

Novas tecnologias estimulam investimento no exterior

Dados exclusivos da Remessa Online, plataforma brasileira de transferências internacionais de valores, mostram um crescimento 350% deste tipo de operação entre janeiro e setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Alexandre Liuzzi, cofundador da plataforma, há duas explicações para o fenômeno: a disposição dos investidores para tomar risco em um cenário de juros baixos e as novas tecnologias que reduzem custos e burocracias.

“É impossível trabalhar em um país com uma crise diferente por dia”

O adiamento da reforma tributária para o ano que vem, as intermináveis querelas políticas do governo Bolsonaro e o ambiente de permanente tensão têm provocado certo desconforto no meio empresarial. “O primeiro ano de governo já foi embora e agenda de reformas andou pouco”, diz o presidente de uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos do país. “Está na hora de fazer menos barulho. É impossível trabalhar em um país com uma crise diferente por dia”.
 
(foto: Drew Angerer/AFP)
(foto: Drew Angerer/AFP)

"Se você não sente vergonha da primeira versão do seu produto, então ele foi lançado depois da hora”
Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn


(foto: Luís Macedo/Câmara dos Deputados)
(foto: Luís Macedo/Câmara dos Deputados)

R$ 389 milhões é quanto o Brasil economizaria até 2030 se realizasse uma reforma administrativa que incluísse redução de salários de funcionários públicos e avaliação de desempenho para progressão da carreira. 
Os dados são do Banco Mundial, que fez o estudo a pedido do governo brasileiro


RAPIDINHAS


» O grupo mineiro Tauá Hotéis vai inaugurar na próxima semana o primeiro Parque Aquático Indoor do Brasil. Localizado em Atibaia, no interior de São Paulo, o Tauá Aquapark Indoor terá capacidade para atender 1,5 mil pessoas por dia. Com a retomada da economia, o setor de turismo espera tirar os projetos da gaveta.


» A CNN Brasil informou ontem, no LinkedIn, que o seu sinal estará disponível para os clientes da operadora Claro. “O canal de notícias vai chegar aos assinantes do pacote Mix HD em diante, ou seja, a partir do pacote básico do HD. E a programação também estará em todas as telas: na TV e no Now, com conteúdo on demand e ao vivo”, revela o texto. A emissora não informou a data de estreia.


» O CSEM Brasil, centro de pesquisas localizado em Minas Gerais e que desenvolve tecnologias para ajudar indústrias na gestão dos seus ativos, fechou uma parceria com o Grupo Energisa. O projeto consiste na produção de um sensor para o monitoramento dos transformadores da rede elétrica.


» A Tramontina, uma das mais tradicionais empresas brasileiras, aposta na sustentabilidade para expandir horizontes. Em parceria com a Braskem, a companhia colocará no mercado suas primeiras cadeiras feitas de plástico reciclado. O produto tem origem nos sacos anteriormente utilizados pela petroquímica no transporte de resinas de uso interno. 


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