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mercado s/a


postado em 05/08/2019 04:00 / atualizado em 04/08/2019 16:31

 
É impossível ser um líder empático sentado em um escritório atrás de uma tela de computador o tempo todo. Um líder empático deve estar no mundo, conhecer as pessoas onde vive e ver como a tecnologia que criamos afeta as suas atividades diárias”

Satya Nadella, presidente da Microsoft
 
 
A era vegana veio para ficar

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro fazer piada com os veganos, essa turma está revolucionando a indústria de alimentação – quer o chefe do governo queira ou não. Quarta-feira, dia 8, será uma data emblemática para os adeptos. A rede Burger King – um dos símbolos globais do consumo de carne bovina – estreia no cardápio de todas as lojas dos Estados Unidos o “Impossible Whopper”, hambúrguer vegetal feito pela empresa em parceria com a startup Impossible Foods. O McDonald´s – templo mundial dos hambúrgueres – também está de olho na tendência e planeja oferecer no futuro próximo uma variedade de opções veganas. Em Israel, já é vendida uma versão do Big Mac que não traz nenhum ingrediente de origem animal. Poucos mercados são tão promissores. Nos Estados Unidos, 25% das pessoas entre 25 e 34 anos são veganas. Há uma década, o índice era de 8%. No Brasil, 14% da população se declara vegana, segundo dados do Ibope.
 
Sinal verde para o patinete verde

Os patinetes estão abrindo caminho nas grandes cidades brasileiras. A Lime, líder mundial em micromobilidade, teve seu registro publicado, na sexta-feira, no Diário Oficial do Rio de Janeiro. A empresa, conhecida por seus patinetes da cor verde e que iniciou as operações no Brasil no começo de julho, é a primeira a ter a inscrição oficializada. “Antes de iniciar as operações no país, já participávamos de grupos de debate sobre mobilidade nas cidades”, afirma Felipe Daud, diretor da Lime.
 
rAPIDINHAS
 
A empresa gaúcha SkyDrones e a israelense SkyX iniciaram recentemente os testes de pulverização em série feita por drones, como se fosse um enxame de aparelhos voadores sobre as lavouras. Os primeiros testes, com aspersão de água no lugar dos defensivos agrícolas, ocorreram há alguns dias em Gravataí, no Rio Grande do Sul.

A previsão da SkyDrones é que a tecnologia chegue ao mercado em setembro. Segundo a empresa, a ideia é otimizar o uso de aparelhos pequenos, com no máximo 25 quilos, para voos sem a exigência de certificação do drone e do piloto, como está previsto na legislação brasileira.

A Wish, plataforma global de e-commerce, recebeu um aporte do fundo de investimento General Atlantic. Com isso, o valor de mercado da companhia passou de US$ 8,7 bilhões, no fim de 2017, para os atuais US$ 11,2 bilhões. O dinheiro será usado para expandir a presença na Europa e na América do Norte.

Nunca é tarde para recomeçar. De acordo com pesquisa do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), o número de estudantes universitários acima dos 30 anos está crescendo no país e já representa 14% dos estagiários. A maior concentração fica na região Sudeste, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Os cursos 
mais procurados são Pedagogia e Direito. 
 
Patente da Monsanto sob ameaça

A Associação dos Produtores de Algodão do Mato Grosso (Ampa) ingressou na Justiça Federal, na sexta-feira, com o pedido de anulação da patente da semente de algodão Bollgard II RR Flex, da Monsanto. A entidade alega que não existe inovação relevante para justificar a certificação. “Não aceitamos pagar royalties por inovação banal que não tenha tecnologia suficiente que preencha os requisitos técnicos para a concessão da patente”, diz Alexandre Pedro Schenkel, presidente da Ampa.
 
 
420%
 
 foi quanto cresceram os pedidos por camisas do São Paulo na Netshoes após a contratação de Daniel Alves, capitão da seleção brasileira, na comparação com um dia convencional. O negócio é bom para o clube – e ótimo para os patrocinadores 
 
 
TIM declara guerra 
aos datacenters

A operadora TIM vai adotar uma estratégia ousada: acabar com 37 datacenters físicos no país para investir no que chama de “virtualização” de processos. Segundo a empresa, a iniciativa amplia a capacidade dos servidores e melhora a qualidade de serviços como acesso à internet e consumo de vídeo. “A virtualização é importante para melhorar a experiência do usuário, que ganhará mais velocidade e estabilidade para o uso de dados”, diz Leonardo Capdeville, executivo de tecnologia da TIM Brasil. 

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