Astronauta mineira deixa empresa que a levaria para o espaço
Laysa Peixoto viralizou ao afirmar que seria a primeira brasileira a sair da Terra. Na época, sua relação com a NASA, onde fez uma simulação, foi questionada
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A astronauta mineira, Laysa Peixoto, que afirmou ser a primeira mulher brasileira a ir para o espaço, se desligou da empresa que a ajudaria a realizar o feito. Pelas redes sociais, a jovem, natural de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informou que a partir desta sexta-feira (2/1) não faz mais parte da equipe da Titans Space Industries.
Em junho de 2025, Laysa viralizou nas redes sociais depois de afirmar que foi selecionada para se tornar astronauta de carreira, atuando em voos espaciais tripulados para estações privadas. Na época, no radar também estavam futuras missões à Lua e Marte.
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Na época, a cientista chegou a mencionar que faria parte da equipe do astronauta da NASA, Bill McArthur, o que fez com que muitas pessoas associassem a expedição à agência. No entanto, a entidade norte-americana negou qualquer vínculo com a contagense, o que gerou rumores questionando a veracidade das informações.
Após a confusão, a assessoria de imprensa da jovem reforçou que Laysa nunca declarou que trabalhava para a NASA. Conforme o comunicado, em 2023, a jovem postou uma foto mostrando o nome da agência e “nunca afirmou” que fazia parte do quadro de funcionários da agência.
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“Mas liderava equipes no programa L’SPACE. A participação no programa L'Space gera dois certificados: Nasa NPWEE e Nasa Mission Concept Academy. Em 2022, Laysa concluiu o curso Advance Space Academy, feito no Alabama, um treinamento que aconteceu no Marshall Space Flight Center e U.S. Space and Rocket Center, que contou com a presença do Astronauta Larry DeLucas na formatura da Expedição 36 do Advanced Space Academy”, informou a assessoria de imprensa da cientista.
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Já a Titans Space, empresa privada que oferece voos espaciais turísticos, confirmou a seleção da mineira para um programa de treinamento que deve durar vários anos, mas ainda não possui licença oficial para realizar voos comerciais tripulados. Até o momento, sequer possui uma nave espacial.