Metabolismo após os 35 anos: os 4 erros que sabotam sua energia e seu corpo
Especialista revela como sono, estresse e alimentação afetam seu corpo; saiba o que fazer para ter mais energia, disposição e equilíbrio
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Cansaço frequente, dificuldade para emagrecer e perda de massa muscular são queixas comuns para quem passa dos 35 anos. Essas mudanças levam muitas pessoas a buscar formas de recuperar a energia, a disposição e o equilíbrio do corpo.
Embora a idade exerça uma influência natural, especialistas da Clínica Seven, referência em nutrição, alertam que hábitos da rotina têm impacto direto nesse processo. Fatores como sono desregulado, estresse excessivo, alimentação desorganizada e sedentarismo afetam o metabolismo.
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Segundo um relatório da McKinsey & Company, 79% das pessoas consideram o bem-estar importante, e 42% o tratam como prioridade. Esse comportamento impulsiona a busca por estratégias de saúde personalizadas, como protocolos de recomposição corporal e melhora da disposição.
Thifany Riçato, líder técnica de nutrição da Clínica Seven, explica que o metabolismo não desacelera de repente. O corpo apenas começa a sentir mais os efeitos dos hábitos acumulados. “Depois dos 35, o organismo tende a responder de forma diferente ao excesso de estresse, noites mal dormidas, sedentarismo e alimentação desregulada”, afirma.
Preservar massa muscular faz diferença
A perda gradual de massa magra impacta o gasto energético e a disposição diária. Riçato destaca que focar apenas na balança é um erro. “Preservar o músculo é essencial para manter força, metabolismo ativo e qualidade de vida”, diz. A recomendação inclui treinos de força e ingestão adequada de proteína.
O sono pesa mais no corpo
Dormir mal pode aumentar a fome e a compulsão alimentar e dificultar a recuperação muscular. A especialista aponta que, após os 35 anos, o corpo sente mais os impactos da privação de sono. Isso afeta hormônios ligados à saciedade, ao estresse e até à retenção de líquidos.
Dietas restritivas podem ter efeito contrário
Insistir em estratégias radicais é um erro comum nessa fase da vida, segundo a nutricionista. “Quanto mais restritiva é a alimentação, maior o risco de perda de massa muscular e efeito sanfona. O foco precisa ser equilíbrio e consistência”, conta.
Suplementação se torna aliada da saúde
Com maior desgaste físico e mental, nutrientes como proteína, creatina, magnésio e antioxidantes ganham importância para quem busca mais energia e recuperação. “A suplementação precisa ser individualizada e alinhada às necessidades de cada pessoa”, explica Riçato.
Para a especialista, o segredo após os 35 anos é adotar métodos que acelerem os resultados sem comprometer a saúde metabólica. “Não é sobre sofrer com restrições extremas. É sobre utilizar um método inteligente, que gere resultados visíveis desde o início e seja possível manter no longo prazo”, conclui.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.