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Magistrados fazem campanha pela valorização do Judiciário

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postado em 21/11/2016 06:00 / atualizado em 21/11/2016 07:43

Maria Clara Prates

Alair Vieira - 9/9/09

A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que terá nova diretoria empossada no próximo mês, está convocando todas as entidades da magistratura e do Ministério Público para um trabalho conjunto de valorização e manutenção das conquistas da categoria, hoje ameaçada por projetos em tramitação na Câmara dos Deputados, como o fim do teto constitucional para os salários e ainda a possibilidade de juízes e promotores serem punidos com crime de responsabilidade.

O desembargador Nelson Missias, eleito para formar a nova diretoria da associação, disse ontem que existe uma proposital tentativa de desmoralizado do Poder Judiciário e a prioridade da chapa vencedora é manter as conquistas da categoria. “O Poder Judiciário é o guardião do direito, aquele que iguala o fraco ao forte. A magistratura não tem que pagar pelas mazelas da República”, disse. Missias foi eleito vice-presidente na chapa AMB Forte, independente e representativa, que tem na presidência o juiz de São Paulo Jayme de Oliveira.

A nova diretoria foi eleita com mais de 5,5 mil votos, seguida da chapa encabeçada por João Ricardo dos Santos, apoiada pela atual presidência e recebeu 5,2 mil votos. Em Minas, o desembargador Nelson Missias conseguiu ampla vantagem sobre os adversários. Foram 533 votos contra 160 da chapa que tinha o apoio do presidente do Tribunal de Justiça de Minas, desembargador Hebert Carneiro, e do presidente dos Tribunais de Justiça, desembargador Pedro Bitencourt, que também presidiu a corte.

IMPORTÂNCIA A posse da nova diretoria para o triênio 2017-2019 será no dia 15 e, de acordo com o presidente eleito, Jayme de Oliveira, entre suas prioridades está “o reposicionamento do papel e da importância política da maior associação de magistrados das Américas, por meio da democratização interna e resgate de sua missão”. De acordo com Nelson Missias, a diretoria vai fortalecer sua atuação política junto ao Congresso Nacional em defesa do Judiciário. “Ao lado de outras entidades da magistratura e Ministério Público vamos dialogar com o Congresso e demonstrar a importância do Judiciário e MP para a sociedade.

Missias explica que as prerrogativas conquistadas pela magistratura são importantes para manutenção dos pilares que garantem a defesa do cidadão: independência, vitaliciedade e imovibilidade do cargo, além da irredutibilidade dos vencimentos. “Isso é necessário porque não podemos assumir outras funções e é fundamental que os juízes sejam livres de qualquer pressão.”



Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Luiza
Luiza - 23 de Novembro às 17:06
Valorização do judiciário entenda-se como manter privilégios, altíssimos salários recheados de penduricalhos e legislação em causa própria. O Brasil só vai melhorar na hora que diminuir tantos privilégios do judiciário e ter a possibilidade de que podem ser punidos. Não tirem da minha aposentadoria se não tiram as suas mordomias.
 
Cristiano
Cristiano - 21 de Novembro às 22:58
É só se posicionarem contrários aos que trabalham contra o país - Luciana Lóssio; Levandovi$ki, Marco Aurélio de Mello, dentre outros togados.
 
Full
Full - 21 de Novembro às 12:41
Quando esta corja fala em "valorização do judiciário" entenda-se aumento de salários e benefícios.
 
Douglas
Douglas - 21 de Novembro às 10:23
A melhor forma de valorização da magistratura seria a defesa intransigente da aplicação da lei quanto ao recebimento do teto constitucional, sem a utilização de traquinagens (auxílios e outros penduricalhos), bem como a defesa enfática do fim de férias de 60 dias, com o apoio incondicional do Ministério Público. A Judiciário e o MP continuariam a receber bem (com todo o mérito) e ofereceriam um exemplo ímpar para a sociedade brasileira. Sou o primeiro a sair às ruas para apoiar.
 
CARLOS
CARLOS - 21 de Novembro às 10:22
vamos fechar ALs, TJs, TCs, CAMARAS MUNICPAIS E COLOCAR ESSES F.D.P E SUAS CORJAS (FAMÍLIAS) PRA CORREM!
 
CARLOS
CARLOS - 21 de Novembro às 10:22
vamos fechar ALs, TJs, TCs, CAMARAS MUNICPAIS E COLOCAR ESSES F.D.P E SUAS CORJAS (FAMÍLIAS) PRA CORREM!
 
Aminadab
Aminadab - 21 de Novembro às 10:08
Os Magistrados já devem colocar na PAUTA do Judiciário as PECs de números: 8/2015 -160/2015 e a 37/2016 - de Autoria dos senadores: JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE- CRISTOVAM BUARQUE - ÀLVARO DIAS; Todas tratam da criação do RECALL no artigo 14, da Constituição federal( O que é isso? É A CASSAÇÃO DO POLÍTICO LADRÃO DO ERÁRIO, é a cassação do político 171 feita pelo VOTO DIRETO DO ELEITOR), vamos pôr FIM a esses DEBOCHES dos políticos contra os Cidadãos já.
 
Diego
Diego - 21 de Novembro às 09:45
Quando eles falam em valorização, quer dizer manter os privilégios, os auxílios absurdos e a falta de punição para quem não anda na linha. E isso não dá pra aceitar. Todo mundo abriu mão de alguma coisa em momentos de crise, está na hora desta turma também contribuir.
 
Carlos
Carlos - 21 de Novembro às 09:43
A AMB acha justo um desembargador receber 215 mil por mês? Acha justo o Juiz Moro e o procurador Deltan Dalagnol receberem acima do teto? E as aposentadorias?
 
Maria
Maria - 21 de Novembro às 09:42
E do professor , alguém vai fazer uma campanha para valorizá-los?
 
Humberto
Humberto - 21 de Novembro às 09:31
NÃO às mordomias e mega salários....
 
Alberto
Alberto - 21 de Novembro às 09:10
Se a magistratura não quer pagar pelos erros da República que não erre republicamente com tem feito. Primeiro deve extinguir todos os privilégios da casta, tais como auxilio moradia a vergonha do auxílio educação e todos os penduricalhos no contra-cheque dos "magistrados". Segundo se quer mesmo igualar o fraco ao forte que julguem com justiça de verdade e não vendam sentenças e nem aposentem os vagabundos "magistrados" que vendem sentenças como há vários casos comprovados.
 
João
João - 21 de Novembro às 08:22
Sistema judicial brasisleiro (TJs, MPs e TCs) é o câncer do Brasil. É preciso combater esses sanguessugas da sociedade. Ganham fortunas, com uma série de regalias, apesar da péssima qualidade dos serviços prestados. Uma aberração e/ou agressão ao cidadão.