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Manifestantes invadem plenário da Câmara dos Deputados e sessão é suspensa

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postado em 16/11/2016 15:52 / atualizado em 16/11/2016 16:46

Marcelo Ernesto

Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados

Cerca de 60 manifestantes invadiram o plenário da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira. Eles ficaram no entorno da base, onde estavam, além do presidente da Casa, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), os outros integrantes da mesa diretora. O 1º vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), suspendeu os trabalhos e pediu à polícia legislativa que ajude na remoção dos manifestantes.

O grupo diz não ter qualquer vinculação com partidos políticos e se organizou espontaneamente por convocações via telefone. O objetivo deles é ler uma carta de reivindicação que inclui o fechamento do Congresso, a intervenção militar e a imediata deposição do atual governo.

Sem portar faixas ou cartazes, o grupo diz que só desocupa o local quando terminar a leitura de suas reinvindicação que ainda não se iniciou. Hoje não havia votação e, para chegar ao plenário, os manifestantes quebraram uma porta de vidro.


Os manifestantes entraram no local por volta das 15h30. Ao entrar no local, o grupo seguiu direto para a Mesa Diretora, onde permaneceram gritando palavras de ordem contra algumas medidas do pacote anticorrupção e a favor do juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações da Operação Lava-Jato na primeira instância.

Durante o protesto, manifestantes entraram em confronto com policiais legislativos da Câmara, que tentam retirá-los do plenário. Alguns seguranças da Casa usaram pistola de choque para conter alguns manifestantes, que dizem ser de váriosestados. Jornalistas e funcionários da Câmara que acompanhavam o protesto também foram retirados do plenário.

O pacote anticorrupção está previsto para ser votado na tarde de hoje na Comissão Especial da Câmara que analisa a matéria. Entre outros pontos, o pacote prevê tipificação do crime de caixa 2. Deputados articulam a votação da anistia para políticos, partidos e empresários que cometeram o crime antes da aprovação do pacote.

 

 

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