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João Leite e Kalil querem reduzir tempo na TV e adiar início dos programas eleitorais

Alegando um acordo para diminuir os custos da campanha e que cinco minutos são suficientes por programa, eles pediram à Justiça Eleitoral a metade do espaço que teriam

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postado em 07/10/2016 12:02 / atualizado em 07/10/2016 12:26

Juliana Cipriani /

Jair Amaral / EM / D.A. Press / Amira Hissa/Divulgacao

Se antes as articulações eram para conseguir mais tempo na televisão para aparecer para os eleitores em meio a 11 candidatos, agora o cenário é outro. No que depender dos candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte, o deputado estadual João Leite (PSDB) e o ex-presidente do Atlético, Alexandre Kalil (PHS), o horário eleitoral de rádio e televisão neste segundo turno será mais curto.

Os dois protocolaram, na noite desta quinta-feira, um acordo pedindo a redução do tempo de propaganda, que, a princípio é de 20 minutos por bloco, sendo 10 minutos para cada um. Isso totaliza 40 minutos, já que são transmitidos os programas à tarde e à noite.

Kalil e João Leite também pediram que o início da propaganda seja adiado para a próxima sexta-feira, dia 14. A princípio, as inserções poderiam começar já a partir deste domingo e os programas em bloco na segunda-feira.

Custos


O pedido está nas mãos do juiz Bruno Terra Dias, presidente da Comissão de Propaganda Eleitoral de Belo Horizonte, que decide nesta tarde sobre o requerimento. As duas campanhas julgaram que cinco minutos é tempo suficiente para levar as propostas, já que também vão haver inserções diárias. O acordo foi fechado para diminuir custo de ambos os candidatos.

No Recife (PE), a Justiça Eleitoral aceitou a solicitação dos candidatos Geraldo Julio (PSB) e João Paulo (PT) e reduziu para cinco minutos por programa o tempo dos dois. A solicitação foi feita por causa da falta de recursos. O tempo de TV também foi reduzido à metade em Goiânia (GO) após acordo entre Iris Rezende (PMDB) e Vanderlan (PSB). No Rio, os candidatos Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL) chegaram a pedir a diminuição mas o acordo não foi para frente.
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schubert
schubert - 07 de Outubro às 13:34
Só posso concluir uma coisa: horário eleitoral não serve pra nada, ninguém tem proposta, ninguém tem compromisso com a cidade. Só era bom quando tinha altos investimentos em mkt, vindos do dinheiro sujo. Não querer dialogar com a população nesse momento é a prova que a política continua a mesma sujeira de sempre. Estamos ferrados mesmo.