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Candidatos a prefeito fazem campanha em vilas e favelas de BH neste sábado

Cabana do Pai Tomás, Aglomerado da Serra, Taquaril e Aparecida foram os bairros escolhidos por cinco candidatos para pedir votos aos eleitores

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postado em 27/08/2016 13:59 / atualizado em 27/08/2016 15:06

Isabella Souto /

Candidatos a prefeito de Belo Horizonte escolheram a periferia para pedir votos neste sábado. Os deputados João Leite (PSDB) e Reginaldo Lopes (PT) fizeram caminhadas no Cabana Pai Tomás, o ex-presidente do Clube Atlético Mineiro, Alexandre Kalil (PHS), fez campanha no Aglomerado da Serra, e o vice-prefeito Délio Malheiros (PSD) visitou o Taquaril.

 

Já o deputado federal Rodrigo Pacheco (PMDB) esteve no Aparecida, onde participou de evento de lançamento da candidatura à reeleição do presidente da Câmara de BH, Welington Magalhães (PTN).

Ao lado do prefeito Marcio Lacerda, Délio assegurou aos moradores do Taquaril a continuidade de programas sociais e obras na região. E lamentou o atraso no repasse de verbas federais para colocar em prática o plano global elaborado para os aglomerados de Belo Horizonte.

O candidato do PMDB, Rodrigo Pacheco, ressaltou que a prioridade de sua gestão será o desenvolvimento das vilas, favelas e aglomerados da capital mineira. Caso eleito, promete implantar Unidades de Vida Articulada (UVA), cópia de um projeto já desenvolvido na Colômbia e que, segundo ele, reduziu em 90% o índice de violência em Medelin. O programa prevê uma maior intervenção do governo na periferia, melhorando os espaços públicos.

Reginaldo Lopes e João Leite escolheram o mesmo local para fazer campanha, mas não chegaram a se encontrar. O primeiro a visitar o Cabana, foi o petista Reginaldo Lopes. Entre as propostas dele está maior investimento no Programa Vila Viva e em nascentes, córregos e áreas de risco de Belo Horizonte.

 

O programa do tucano João Leite para as vilas e favelas inclui a regularização urbana dos imóveis localizados em vilas e favelas – e que não sejam alvo de disputas judiciais –, permitindo a titularidade para quem os ocupa. Através do Reforma Popular, a administração tucana quer melhorar as habitações nessas áreas da periferia por meio do trabalho cooperativo entre a comunidade e a Prefeitura.


Kalil criticou o descaso como o povo na área da saúde e citou o caso de um senhor de idade que só conseguiu marcar exame para 2 de janeiro. Para o candidato, isso é deixar o povo sofrer. “O problema de BH é coração, tem que ter gente que tenha coração para resolver. Eles não conhecem cheiro de povo, vão resolver o quê?”, questionou. O candidato diz que, como dirigente esportivo, passou seis anos se relacionando diretamente com o povo. “Para eles pode ser muito difícil, mas para mim, tudo que passei na vida foi conviver com o povo”, afirmou.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Jeronymo
Jeronymo - 27 de Agosto às 17:40
Nas vilas e favelas parece ser mais fácil levar eleitores na conversa mole. Cuidado com os comunistas. Comunista é comunista. Deveriam se candidatar em Cuba, Venezuela Rússia, etc.
 
sandro
sandro - 27 de Agosto às 17:31
A historia nao muda. As campanhas nao mudam. As pessoas nao mudam, Apenas se revezam. A mesma falsidade de sempre. Agora, vão até em favelas, depois não recebem ninguem nem nos gabinetes
 
SERGIO
SERGIO - 27 de Agosto às 15:24
Esses pulhas só se lembram desse povo na hora da eleição, pra condenar rolezinho e pra falar que lá é "território inimigo"... Depois todo mundo sabe o que acontece... se lixam...