SIGA O EM

Dilma sobrevoa área do desastre em Mariana uma semana após rompimento de barragens

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 12/11/2015 13:56 / atualizado em 12/11/2015 17:38

Isabella Souto / , Cristiane Silva , Iracema Amaral


Uma semana após o rompimento de duas barragens destruírem o povoado de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, a presidente Dilma Rousseff sobrevoou a área do desastre nesta quinta-feira.  A presidente chegou ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, em Belo Horizonte, por volta das 10h10. Ela estava acompanhada da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O governador Fernando Pimentel (PT) chegou pouco antes.

Dilma, o governador e o prefeito de Mariana, Duarte Júnior, ficaram reunidos durante 50 minutos em uma sala no Aeroporto da Pampulha. Antes do encontro, Duarte disse à reportagem que pediria à presidente para descer na cidade para ver os estragos de perto. Nenhuma autoridade falou coma imprensa após o encontro reservado.

Embarcaram com Dilma para fazer o sobrevoo das áreas atingidas pelo rompimento das barragens da Samarco os ministro Aloizio Mercadante, da Educação, Gilberto Occhi, da Integração Nacional, Isabella Teixeira, do Meio Ambiente, o prefeito de Mariana, Duarte Gonçalves Júnior, e o governador Fernando Pimentel,  o arcebispo de Mariana Dom Geraldo Lírio Rocha, e o secretário nacional de Defesa Civil, Humberto de Azevedo Viana Filho.

A presidente sobrevoou a área de Mariana, mas não desembarcou. A comitiva, em seguida, foi para Governador Valadares, na Região do Rio Doce. Eles chegaram à cidade por volta da 13h. A presidente foi recebida pela prefeita Elisa Maria Costa para uma reunião fechada, juntamente com a comitiva.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
Marcos
Marcos - 13 de Novembro às 06:58
Por favor, esta insinuação de que a Presidenta teria dado atenção à tragédia com atraso de uma semana é bastante pífia, uma vez que, de dentro do seu gabinete, um governante pode estar atento e determinar medidas, independentemente de sobrevoo da área atingida. O povo não é bobo meus caros.
 
Lucio
Lucio - 12 de Novembro às 21:08
A tragédia não foi um fato tão importante para o nosso governo. Aliás, se fosse, talvez tivesse sido evitada por fiscalizações mais eficientes. Que Deus cuide e dê consolo aos que eram próximos das vítimas. E ao povo brasileiro.
 
MUDA
MUDA - 12 de Novembro às 18:09
Nâo sei o que esta coisa veio fazer aqui em Minas, ela não resolvi nada mesmo, só dá despesas e nada mais.
 
Gerson
Gerson - 12 de Novembro às 15:30
Isso que é mineira, hein? Apenas, uma semana após a tragédia é que a digníssima presidenta, incompetenta, aparece? Num país sério o presidente estaria no local no mesmo dia ou, quando muito, no dia seguinte. É que ela é assim mesmo, fora da realidade.
 
Erika
Erika - 12 de Novembro às 15:28
E quando é que vão parar de mimimi e falar a REAL?! Falar sobre as obras de alteamentos realizadas em tais barragens... Todo mundo que é da área sabe o real motivo dessa barragem ter cedido... Triste demais! Mas um povo informado não é o objetivo dessa aí!