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Enem será adiado em 90 escolas de Minas por causa de protestos

Conforme balanço divulgado pelo MEC e pelo Inep nesta sexta, Minas é o estado com o maior número de locais de prova ocupados, e de candidatos atingidos

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postado em 04/11/2016 12:47 / atualizado em 04/11/2016 14:02

Estado de Minas

Em Minas Gerais, 60.659 estudantes deixarão de fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Eles estão inscritos  em 90 locais de prova que foram ocupados, tornando Minas  o estado com o maior número de instituições atingidas e alunos afetados. 

 

A lista foi atualizada nesta sexta-feira, véspera do primeiro fim de semana de provas, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Até então, o Paraná detinha o maior número de escolas ocupadas. Após a divulgação da lista, ele está em segundo lugar, com 77 locais interditados pelos protestos. Em terceiro, está o Espírito Santo, com 43.

Das 90 instituições mineiras, 29 ficam em Belo Horizonte. Entre os locais que aparecem na lista está o Instituto de Ciências Exatas (Icex), no campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que foi ocupado na noite de quinta-feira. A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), campus Coração Eucarístico, também foi ocupada ontem, mas não aparece na lista. A lista completa das instituições pode ser encontrada no site do Inep.

As provas nestes locais serão adiadas para 3 e 4 de dezembro. Segundo o Inep, o número de inscritos afetados subiu de 191.494 para 240.304, em função de novas ocupações durante a semana.  “O número de afetados representa 2,79% do total de inscritos. O número de locais de prova ocupados passou de 304 para 364”, diz o órgão.

E não perca, no sábado e no domingo, divulgação do gabarito extra-oficial das provas do Enem, em parceria do Portal Uai, Estado de Minas e Chromos
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Denise
Denise - 04 de Novembro às 15:05
Não é "por causa de protestos", mas pela falta de diálogo do MEC com as ocupações.
 
ROBSON
ROBSON - 04 de Novembro às 14:14
Só no Brasil, um Pais administrado por corrupto, onde a politica está acima de tudo, acontece uma coisa dessa, onde fica o direito daqueles que se preparam o ano todo, e já pagaram pelo direito de efetuar as provas ?