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Corregedoria reafirma que não vai se pronunciar sobre investigações da morte de Sérgio

A polícia também negou que o homem ouvido na segunda-feira seja policial civil e que ele tivesse confessado o crime

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postado em 04/09/2012 12:07

Cristiane Silva , Guilherme Paranaiba

A Corregedoria da Polícia Civil reafirmou, nesta terça-feira, que não vai se pronunciar sobre as investigações da morte de Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno que foi assassinado a tiros no Bairro Minaslândia, Região Norte de Belo Horizonte. Na noite de segunda, um dos dois suspeitos prestou depoimento na Corregedoria e saiu sem falar com a imprensa.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o corregedor-geral de Polícia Civil, delegado Renato Patrício Teixeira, informou que ninguém relacionado à morte de Sérgio está preso e que a Corregedoria só vai se pronunciar após a conclusão do inquérito. A polícia também negou que o homem ouvido ontem seja policial civil e que ele tivesse confessado o crime. Pela manhã, houve uma grande movimentação da imprensa na porta do prédio, que fica na Rua Rio de Janeiro, Centro de Belo Horizonte, mas até o início da tarde ninguém havia chegado para novos depoimentos.

Na segunda-feira, duas motocicletas que podem ter sido usadas no assassinato  de Sérgio foram apreendidas por policiais da Corregedoria de Polícia Civil e da Divisão Especializada em Furtos e Roubos de Veículos. As motos estariam escondidas em um matagal do Bairro Ribeiro de Abreu, na Região Norte. Elas haviam sido roubadas antes da morte de Sérgio e foram devolvidas aos proprietários ontem mesmo. Próximo ao local, os policiais identificaram dois suspeitos de terem roubado as motos, que foram detidos, para prestar depoimento.

Devido à operação, o depoimento da namorada de Sérgio Rosa Sales, uma adolescente de 17 anos, foi adiado na última hora pela Corregedoria da Polícia Civil. Um novo depoimento será marcado posteriormente, mas não há previsão do dia.

As apurações começaram no Departamento de Investigações de Homicídio e Proteção à Pessoa (DIHPP), mas foram transferidas por conta de um pedido do Ministério Público. A Promotoria de Direitos Humanos achou melhor porque Sérgio teria relatado ameaças e agressões de delegados e investigadores do DIHPP para que envolvesse Bruno no desaparecimento e morte de Eliza Samúdio.

(Com informações de Pedro Ferreira)
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