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Delegado que investigou caso do goleiro Bruno depõe em audiência

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postado em 08/10/2010 17:09 / atualizado em 08/10/2010 17:21

João Henrique do Vale , Otávio Oliveira /

O delegado Julio Wilke, que participou da fase de apuração do inquérito policial sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samúdio, prestou depoimento na tarde desta sexta-feira em uma audiência do caso no Fórum de Contagem.

Durante o depoimento, o delegado afirmou não se lembrar bem de todos os detalhes do inquérito, enquanto respondia as perguntas do advogado Ércio Quaresma. Julio Wilke foi o segundo a ser ouvido e prestou depoimento depois do adolescente de 17 anos, primo do goleiro Bruno.

Confira as imagens do dia no fórum

Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Flávio Caetano de Araújo, Elenilson Vitor da Silva, Bruno e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, Sérgio Rosa Sales, a ex-mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues, e sua ex-amante, Fernanda Gomes, chegaram ao fórum durante a manhã e ouviram o depoimento do adolescente, que foi julgado separadamente por ser menor de idade. A audiência foi interrompida na hora do almoço e os réus deixaram o fórum em duplas, exceto Bruno, que saiu sozinho.

Com a sala lotada, era difícil escutar o depoimento do delegado Julio Wilke. Por volta das 14h50, enquanto Wilke falava, os réus pediram para chegarem mais perto do delegado, para que pudessem ouvir melhor.

A audiência desta sexta não tem horário definido para acabar. Serão ouvidos ainda o ex-caseiro do sítio de Bruno, José Roberto Machado, a ex-caseira Gilda Maria Alves e o policial civil da delegacia de Contagam, Silana Verfiani Guimarães. A mãe de Eliza, Sônia Fátima Moura também acompanha a audiência. Ele ainda tem a guarda do neto e viajou para Minas apenas para assistir à sessão em Contagem.
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Sõnia
Sõnia - 08 de Outubro às 22:14
A polícia ecreditou no menor no primeiro depoimento, mas não encontraram nenhuma prova concreta na casa do Bola.Depois ele deu várias versões e a polícia não acredita.Investiguem a filha do delegado.
 
JOSÉ
JOSÉ - 08 de Outubro às 19:00
Um dos grandes valores do Brasil é valorizar a vida, não incluindo em seu rol de leis a pena de morte, cujo erro na aplicação é impossível de reparar. Apesar de muitas mazelas, nesse aspecto o País merece parabéns!
 
Jose
Jose - 08 de Outubro às 18:44
pena que no Brasil nao tenha pena de morte...eles bem que merecem.