
Os vendedores admitem que vendem produtos pirateados e mercadorias sem nota fiscal, mas explicam que a sublocação garante um rendimento e ameniza o prejuízo em operações que ocorrem com frequência no shopping popular.
Os comerciantes que se recusaram a fechar o box nesta sexta foram ameaçados pela maioria que protestava. A Polícia Militar não foi ao local e, os lojistas exigem uma conversa com a administração do Oiapoque.
Confira a reportagem da TV Alterosa


