viagens mais sustentáveis

Além do óbvio: 4 paraísos brasileiros que cabem no bolso e poucos conhecem 

Amazônia, Chapada Diamantina, Lençóis Maranhenses e Jalapão: imersão longe das multidões custa menos do que você imagina

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Existe um mito persistente de que o turismo sustentável é um privilégio para poucos. No entanto, os dados mais recentes do setor revelam uma realidade oposta: enquanto o turismo de massa enfrenta a inflação dos serviços globais e o esgotamento da infraestrutura hoteleira tradicional, o ecoturismo regenerativo consolida-se como uma alternativa inteligente, exclusiva e financeiramente competitiva para o viajante brasileiro.

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O desejo de mudança é real. Segundo o 10º Relatório de Viagens e Sustentabilidade da Booking, 98% dos viajantes brasileiros afirmam que pretendem realizar viagens mais sustentáveis. Esse movimento não é apenas ético; é uma busca por valor real em um mercado saturado de experiências padronizadas e destinos superlotados.

"O turista descobriu que o luxo está na exclusividade e na conexão real com a cultura local, e não mais no consumo massificado", afirma Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

Por que o sustentável pode custar menos?

No Jalapão, o viajante deixa de ser um mero espectador para se tornar um agente de regeneração
No Jalapão, o viajante deixa de ser um mero espectador para se tornar um agente de regeneração Marcelo Bonifácio/PlanetaExo

A diferença de preço entre um resort convencional e uma expedição sustentável reside na eficiência da cadeia produtiva. O turismo de massa sofre frequentemente com o chamado "vazamento econômico": grande parte do valor pago pelo turista é retida por intermediários globais, franquias internacionais e redes de logística complexas, gerando pouco impacto real no destino.

No modelo sustentável, a prioridade é transformar os moradores em protagonistas da atividade econômica. No PlanetaEXO, esse compromisso é estrutural: o valor das reservas fica diretamente na comunidade local, garantindo uma renda fixa e estável que reduz a dependência de safras agrícolas ou da pesca.

  • Retenção local: Cerca de 80% do valor da reserva permanece diretamente na comunidade anfitriã. Essa eficiência de repasse direto é o que permite preços mais atrativos para o consumidor final, sem sacrificar a qualidade do serviço.

  • Protagonismo comunitário: Ao transformar moradores em protagonistas e gestores da atividade, elimina-se o custo inflacionado de grandes corporações. O investimento do viajante financia diretamente a conservação da biodiversidade e garante uma renda fixa que reduz a dependência de ciclos extrativistas.

  • Exclusividade sem sobretaxa: O luxo contemporâneo é definido pela desconexão do caos. No ecoturismo, o "luxo" é o silêncio da floresta e a autenticidade cultural — ativos que a natureza oferece sem a necessidade das estruturas artificiais e caras do mercado de luxo tradicional.

"O objetivo é mostrar que o turista não precisa escolher entre o bolso e o propósito. O sustentável hoje é o caminho mais inteligente para quem busca exclusividade e impacto positivo", finaliza Lucas Ribeiro.

Impacto além das cifras

Ao optar por roteiros em biomas como a Amazônia, os Lençóis Maranhenses ou o Jalapão, o viajante deixa de ser um mero espectador para se tornar um agente de regeneração. O modelo promovido pela PlanetaEXO garante que o turismo funcione como uma barreira econômica contra atividades degradantes, como o desmatamento, ao valorizar a floresta em pé e a cultura viva.

Essa eficiência de repasse direto é o que também garante preços mais atrativos para o consumidor final. O PlanetaEXO, por exemplo, oferece roteiros de 3 dias pela Amazônia (AM) com pensão completa, hospedagem em bangalô privativo e imersão na selva por R$ 3.095 por pessoa. 

Outras opções de imersão profunda e transformadora, como a Travessia do Vale do Pati, na Chapada Diamantina (BA), ou a Travessia dos Lençóis Maranhenses (MA), apresentam pacotes completos que variam de R$ 2.100 a R$ 3.200 por pessoa, entre 3 a 5 dias de duração. Além disso, uma expedição de 6 dias com pensão completa, lanches e hotéis pelo Jalapão (TO) tem preços a partir de R$ 5.085 por pessoa.

"O objetivo é mostrar que o turista não precisa escolher entre o bolso e o propósito. O sustentável hoje é o caminho mais inteligente para quem busca exclusividade e impacto positivo", finaliza Lucas Ribeiro.

Sobre o PlanetaEXO

A PlanetaEXO é uma plataforma dedicada ao ecoturismo responsável, conectando viajantes a experiências autênticas na natureza e fortalecendo iniciativas comunitárias em todo o Brasil. A empresa atua em parceria com guias locais e projetos de conservação para promover viagens que valorizam a biodiversidade e a sustentabilidade.

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Mais informações: www.planetaexo.com

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