Aos 25 anos, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen entrou para a história nesse sábado (14/2) ao conquistar a medalha de ouro no Slalom Gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na Itália. Trata-se da primeira medalha olímpica de inverno da história do Brasil — e logo um ouro —, um feito inédito não só para o país, mas para toda a América do Sul.
Em um esporte dominado por nações com tradição milenar na neve, o brasileiro surpreendeu o mundo, consolidando-se como referência no esqui alpino. Nesta segunda-feira (16/02), ele ainda tem chance de novo pódio no Slalom, ampliando ainda mais esse momento histórico.
Muito antes de se mudar para a Noruega, Lucas começou a esquiar na infância, em viagens familiares aos Andes. Sem infraestrutura ampla no Brasil para treinos diários, construiu sua carreira combinando temporadas no exterior, preparação física rigorosa e dedicação aos estudos. Essa vitória não é apenas um triunfo individual: ela demonstra que é possível formar atletas brasileiros competitivos na neve, inspirando jovens, famílias, clubes e treinadores a enxergarem no esqui um caminho esportivo viável e estruturado — mesmo sem neve por perto.
Leia Mais
Neve dos Andes
Na temporada de inverno chileno será de 20 de junho a 26 de setembro
Portillo, no Chile, surge como o destino estratégico perfeito para transformar essa inspiração em realidade. Como a primeira estação de esqui da América do Sul (fundada em 1949), Portillo é uma referência mundial: sediou em 1966 o Campeonato Mundial de Esqui Alpino — o único já realizado no continente — e se firmou como centro de alto rendimento, quando equipes olímpicas buscam neve de qualidade nos Andes chilenos.
Portillo foi primeira estação de esqui da América do Sul (fundada em 1949)
Anualmente, Portillo recebe seleções olímpicas de países como Estados Unidos, Canadá, Áustria e Noruega. Lendas como Lindsey Vonn, Bode Miller, Ted Ligety, Julia Mancuso, Steven Nyman e Aleksander Kilde já treinaram ali, especialmente na icônica pista Roca Jack, famosa por seus trechos íngremes que desenvolvem velocidade e confiança para provas de downhill e Super G. Muitos atletas escolhem o local para recuperação pós-lesão ou para retomar ritmo técnico antes da Copa do Mundo e dos Jogos.
Cenário deslumbrante diante da Laguna del Inca
Mas Portillo vai além do nível profissional: oferece programas acessíveis que aproximam jovens esquiadores do ambiente de elite. O Ski Camp Método Clendenin foca em equilíbrio dinâmico, eficiência de movimento e consciência corporal, unindo prática em pista e análise técnica. O programa “Esquiando com as Estrelas” permite que esquiadores avançados treinem diretamente com atletas e treinadores olímpicos, vivenciando a rotina de alto rendimento.
Temporada 2026
Na temporada de inverno chileno (em 2026, de 20 de junho a 26 de setembro), há ainda o Kids Camp para crianças de 4 a 6 anos, com aulas diárias de esqui e snowboard — horários pensados para que os pais treinem ao mesmo tempo.
A montanha oferece mais de 500 hectares esquiáveis, 35 pistas e 14 meios de elevação, ideais para progressão em todos os níveis. A escola de esqui conta com instrutores certificados internacionalmente (muitos ex-competidores ou formadores de juvenis), aulas particulares, esqui guiado e coletivas por nível. Para avançados, há heliski em neve virgem e treinamentos fora de pista.
Além da performance, Portillo entrega uma experiência completa: cenário deslumbrante diante da Laguna del Inca, convivência tranquila entre esquiadores do mundo todo, yoga, piscina aquecida externa com vista para os Andes, degustações de vinho e gastronomia internacional. As opções de hospedagem vão do clássico Hotel Portillo (com vista privilegiada) ao descontraído Octagon Lodge (para famílias e jovens), Inca Lodge (estilo hostel) e chalés privativos.
Se o ouro de Lucas Pinheiro Braathen inaugura um novo capítulo para o esqui no Brasil — mostrando que sonhos grandes são possíveis mesmo sem neve local —, Portillo é o lugar onde essa chama pode ganhar técnica, método e contato direto com referências olímpicas. A montanha que formou campeões internacionais está pronta para ajudar a moldar a próxima geração de talentos brasileiros.
Sobre Portillo
Com mais de 500 hectares de terreno, Portillo oferece 35 pistas e 14 meios de elevação
Fundada em 1949, Portillo é a estação de esqui mais tradicional da América do Sul, nos Andes chilenos, perto da fronteira com a Argentina. Com mais de 500 hectares de terreno, 35 pistas e 14 meios de elevação, sediou o único Campeonato Mundial de Esqui Alpino do continente (1966). Reconhecida pela infraestrutura, tradição e ambiente exclusivo, atrai equipes olímpicas no verão boreal e visitantes do mundo todo na temporada de inverno chilena.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
