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Parado na blitz da PRF? Saiba quais são seus direitos e deveres

Uma abordagem em rodovia federal pode gerar dúvidas; entenda o que o motorista pode e não pode fazer durante a fiscalização

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Ser parado em uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF) é uma situação comum nas estradas do país, mas que ainda gera tensão e muitas dúvidas nos motoristas. Saber como agir e o que esperar da abordagem é fundamental para garantir que a fiscalização ocorra de forma tranquila e dentro da legalidade. Conhecer os seus deveres e direitos faz toda a diferença.

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A primeira obrigação do condutor é parar o veículo de forma segura assim que receber a ordem do policial. Desligar o som, acender a luz interna durante a noite e manter as mãos visíveis no volante são atitudes que facilitam a comunicação e demonstram cooperação. O motorista deve apresentar os documentos solicitados, como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

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É importante seguir as ordens legais do agente, como descer do veículo para uma revista pessoal, que só pode ser feita se houver fundada suspeita de porte de arma ou algo ilícito. Quanto ao teste do bafômetro, a recusa é um direito, mas acarreta as mesmas penalidades administrativas de um resultado positivo: multa por infração gravíssima no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Direitos durante a abordagem

O cidadão também tem direitos que precisam ser respeitados. Um deles é o de gravar toda a abordagem com o celular ou outro dispositivo. A filmagem é permitida, desde que não interfira no trabalho policial, e é um direito reafirmado pela Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 13.869/2019) e por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, o motorista pode permanecer em silêncio, pois ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.

Outro ponto essencial é que o policial rodoviário não pode revistar o interior do veículo, como porta-luvas e porta-malas, em uma fiscalização de rotina. A busca veicular só é permitida em situações de fundada suspeita de crime ou flagrante delito. A exigência de mandado judicial, neste contexto, não se aplica à fiscalização em vias públicas.

Caso o motorista se sinta desrespeitado ou acredite que houve abuso de autoridade, ele pode anotar o nome do policial, a viatura e o local da ocorrência. Com essas informações, é possível registrar uma reclamação formal na corregedoria da PRF.

Para uma interação sem problemas, algumas atitudes são recomendadas:

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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