Economia

Além do DAS: como o MEI pode se preparar para a aposentadoria em 2026

A contribuição mensal garante benefícios, mas um planejamento extra é essencial; veja opções de previdência privada e investimentos para o futuro

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O pagamento em dia do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é uma obrigação para o Microempreendedor Individual (MEI), mas muitos desconhecem o real alcance dessa contribuição para a aposentadoria. A verdade é que ela garante apenas o benefício de um salário mínimo, o que pode ser insuficiente para quem busca segurança financeira no futuro.

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Com o cenário econômico em constante mudança, planejar o futuro a partir de agora é crucial para quem mira 2026 como um marco para uma vida mais estável. A boa notícia é que existem caminhos para construir uma reserva robusta e garantir tranquilidade.

A guia mensal do MEI destina 5% do salário mínimo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o que em 2026 corresponde a R$ 81,05. Esse recolhimento dá direito à aposentadoria por idade, que atualmente exige 62 anos para mulheres e 65 para homens, com um tempo mínimo de 15 anos de contribuição. O valor do benefício, no entanto, será sempre o piso nacional vigente.

Como complementar a aposentadoria do MEI

Para quem deseja um valor maior no futuro, é preciso agir além do pagamento padrão do DAS. As alternativas permitem acumular recursos ao longo do tempo, adequando o planejamento ao perfil de cada empreendedor. Veja as principais opções:

Contribuição complementar ao INSS

A primeira opção é reforçar a própria contribuição ao INSS. O MEI pode pagar uma guia complementar de 15% sobre o salário mínimo. Essa porcentagem, somada aos 5% já recolhidos no DAS, completa a alíquota de 20%, o que abre a possibilidade da aposentadoria por tempo de contribuição e pode resultar em um benefício com valor acima do piso.

Previdência privada

Os planos de previdência privada são outra alternativa bastante procurada. Existem duas modalidades principais: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL é ideal para quem entrega a declaração completa do Imposto de Renda, pois permite abater as contribuições da base de cálculo. O VGBL, por sua vez, é mais indicado para quem opta pela declaração simplificada, já que o imposto incide apenas sobre os rendimentos no momento do resgate.

Investimentos de longo prazo

Para quem tem mais disciplina, investir por conta própria é uma forma de construir um patrimônio sólido. Aplicações de longo prazo, como os títulos do Tesouro Direto, são vistas como seguras e acessíveis. O Tesouro RendA+, por exemplo, foi desenhado especificamente para complementar a aposentadoria. Fundos de investimento de baixo custo também são uma porta de entrada para diversificar a carteira sem precisar de grandes aportes iniciais.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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