Tecnologia

MEI organizado: como usar apps de gestão para separar as finanças

Veja um passo a passo de como aplicativos de controle financeiro podem automatizar a separação de despesas pessoais e do negócio

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Misturar as finanças pessoais com as do negócio é um erro comum para o microempreendedor individual (MEI) e pode dificultar a gestão financeira e o controle do negócio. A boa notícia é que a tecnologia oferece uma solução prática: aplicativos de gestão financeira que automatizam essa separação e trazem mais clareza para o controle do dinheiro.

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Embora não exista uma obrigação legal para o MEI separar contas bancárias, essa prática é fundamental para entender a real lucratividade da empresa. Manter os registros distintos evita que despesas pessoais sejam confundidas com custos operacionais, o que poderia distorcer sua visão sobre a saúde financeira do negócio. As obrigações fiscais do MEI se resumem ao pagamento mensal do DAS e à entrega da Declaração Anual (DASN-SIMEI), que exige apenas a informação da receita bruta total, sem detalhamento de despesas.

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Além disso, uma gestão clara permite um planejamento mais assertivo, facilitando a tomada de decisões sobre investimentos, controle de estoque e definição de preços. Usar uma ferramenta digital para isso economiza tempo e reduz a chance de erros manuais.

Passo a passo para usar apps de gestão

A maioria dos aplicativos de controle financeiro, muitos com versões gratuitas, segue uma lógica simples que pode ser implementada rapidamente. A disciplina na hora de registrar as movimentações é o fator mais importante para que o sistema funcione.

  1. Escolha e configure o aplicativo: opte por uma ferramenta que permita criar centros de custo ou categorias separadas, uma para "pessoal" e outra para "empresa". Conecte suas contas bancárias, tanto a pessoal quanto a jurídica (PJ), se tiver.

  2. Estabeleça uma retirada mensal: defina um valor fixo para transferir da conta do negócio para a sua conta pessoal, como um "salário". Essa prática, conhecida como pró-labore (embora não obrigatória para MEI), ajuda a organizar o fluxo de caixa. Registre essa transação no app como uma despesa da empresa e uma receita pessoal.

  3. Categorize todas as transações: ao pagar uma conta ou receber de um cliente, classifique a movimentação imediatamente. O aluguel de casa entra como despesa pessoal, enquanto a compra de matéria-prima é um custo da empresa.

  4. Analise os relatórios: use os gráficos e relatórios gerados pelo aplicativo para visualizar a saúde financeira de cada lado. Isso ajuda a identificar para onde o dinheiro está indo e se a sua retirada mensal é compatível com o faturamento do negócio.

Para facilitar o processo, é altamente recomendado ter duas contas bancárias distintas. Atualmente, diversos bancos digitais oferecem contas PJ para MEI com baixo ou nenhum custo de manutenção. Essa separação física do dinheiro, aliada ao controle digital, torna a gestão financeira mais eficiente e menos sujeita a erros.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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