7 sinais de que seu trabalho está te levando ao limite do burnout
O esgotamento profissional é uma realidade crescente; aprenda a identificar os sintomas físicos e emocionais de que você precisa desacelerar agora
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O número crescente de afastamentos por burnout no Brasil se tornou um sinal de alerta para a saúde mental no ambiente de trabalho. A condição, caracterizada pelo esgotamento físico e mental ligado à vida profissional, já impacta o sistema de Previdência Social devido ao aumento de licenças médicas. Identificar os primeiros sintomas é fundamental para evitar um colapso.
Reconhecida como um fenômeno ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome de burnout se manifesta de forma gradual. O que começa como um simples cansaço pode evoluir para um quadro complexo, afetando todas as áreas da vida. A pressão por resultados, jornadas excessivas e um ambiente de trabalho tóxico são alguns dos principais gatilhos para o problema.
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Entender os sinais que o corpo e a mente emitem é o passo mais importante para buscar ajuda e reverter o processo antes que ele se agrave. A atenção aos detalhes do dia a dia pode fazer toda a diferença.
Como identificar os sinais de burnout
1. Cansaço que não passa: o esgotamento é o sintoma central. Trata-se de uma exaustão profunda que não melhora com uma boa noite de sono ou o descanso do fim de semana. A pessoa já acorda cansada e sem energia para as tarefas mais simples do cotidiano profissional.
2. Distanciamento emocional e cinismo: um sentimento de negatividade e indiferença em relação ao trabalho começa a tomar conta. Tarefas que antes eram prazerosas se tornam um fardo, e o profissional passa a tratar colegas e clientes com irritabilidade ou distanciamento, como um mecanismo de defesa.
3. Queda na produtividade e sentimento de ineficácia: a dificuldade de concentração aumenta, levando a erros constantes e à procrastinação. Isso gera uma sensação de incompetência e frustração, criando um ciclo vicioso em que a pessoa trabalha mais horas para compensar, mas produz cada vez menos.
4. Dores físicas sem causa aparente: o estresse crônico se manifesta no corpo. Dores de cabeça frequentes, problemas gastrointestinais, tensão muscular e dores nas costas são comuns em quem está à beira do esgotamento. Muitas vezes, exames médicos não encontram uma causa física para os sintomas.
5. Alterações no sono: a dificuldade para dormir é um sinal clássico. A mente não consegue se desligar das preocupações do trabalho, resultando em insônia. Em outros casos, a pessoa pode sentir uma necessidade excessiva de dormir, usando o sono como uma forma de fuga da realidade.
6. Impaciência e irritabilidade: pequenas frustrações ou imprevistos se transformam em grandes fontes de estresse. A pessoa perde a paciência facilmente, tanto no trabalho quanto na vida pessoal, e pode ter explosões de raiva desproporcionais aos acontecimentos.
7. Sentimento de vazio e falta de realização: o trabalho perde completamente o sentido. A pessoa não sente mais prazer ou orgulho de suas conquistas e passa a se sentir apática e desmotivada. Esse vazio pode ser acompanhado por uma sensação de desesperança em relação ao futuro profissional.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.