Em meio à crise vivida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Planalto mantém a aposta na estratégia de se contrapor à corte, especialmente ao ministro Alexandre de Moraes. Além de reforçar a imagem de perseguição, o senador tenta fidelizar parte do eleitorado mais crítico ao chamado “ativismo judicial”.
Investigado por relacionar na internet o presidente Lula a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, Flávio não poupou críticas a Moraes, relator do inquérito. Claramente parece que tem ministro no Supremo, em especial Alexandre de Moraes, que está com saudade de participar diretamente das eleições, afirmou o senador durante agenda na Norte Show 2026, em Sinop (MT), considerado um dos principais eventos do agronegócio brasileiro.
O senador citou ainda outro processo, contra Eduardo Bolsonaro, que está em julgamento na Corte. Em 2021, o então deputado associou Tabata Amaral (PSB-SP) ao lobby com a indústria de absorventes íntimos. Segundo o presidenciável, as ações do Supremo teriam como objetivo desequilibrar a disputa eleitoral.
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Flávio afirmou também que existe uma articulação entre setores políticos e decisões judiciais: Vão criando precedentes numa combinação da esquerda, que apresenta petições e coincidentemente vão parar com ministros da Primeira Turma.
