O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal André Janones (Rede), utilizaram as redes sociais para divulgar o "Exército do Lula", criado via WhatsApp em prol da campanha do petista. No vídeo, os aliados apareceram lado a lado e convocaram os eleitores para que façam parte do canal virtual.

No início da gravação, Janones ironiza as alegações de que teria divulgado notícias falsas no canal, e afirma que "corre o risco de distribuir 'fake news'" se Lula não ingressar no grupo, como havia prometido.

"A campanha do nosso adversário está alegando que eu estou distribuindo 'fake news' no canal Exército do Lula. Eu não distribuí nenhuma, mas eu corro risco de distribuir, porque eu falei no último vídeo que eu fiz com esse aqui [aponta para Lula], que se o canal atingir 5 milhões de inscritos, ele ia comprar um celular e ele próprio ia entrar no canal e dar instruções. Agora, se ele não fizer isso, eu vou ter divulgado uma 'fake news'", diz o parlamentar.

Lula responde, em tom de brincadeira, que não irá comprar um celular, pois não tem dinheiro, mas que entrará no canal virtual. Em seguida, o presidente convoca apoiadores para que o canal seja "o maior exército do mundo".

"Eu não vou comprar porque eu não tenho dinheiro, eu vou pegar um da Janja emprestado e vou entrar. E vou chamar mais gente para entrar. Vamos entrar no Exército, para ser o maior exército do mundo", declarou o petista.

A gravação de Lula e Janones acontece após a liberação do canal, que ficou suspenso na última quarta-feira (15/10), por ordem de Kassio Nunes Marques, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão, que seria de fechamento por 48 horas, foi revogada antes do prazo estabelecido anteriormente, pelo TSE.

Confira o vídeo publicado por André Janones, nas redes sociais:

*Estagiário sob supervisão do editor-executivo João Renato Faria

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