O prédio Minas, na Cidade Administrativa de Minas Gerais, no bairro Serra Verde, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, foi evacuado na manhã desta quinta-feira (8/10), após relatos de um forte cheiro de borracha queimada e suspeita de vazamento de gás.
Funcionários e servidores foram orientados a deixar o edifício, enquanto equipes do Corpo de Bombeiros realizaram uma vistoria para avaliar as condições de segurança do local. Os funcionários já foram liberados para retornar aos postos de trabalho.
Segundo informações recebidas pelo Estado de Minas, a evacuação ocorreu por volta das 8h40, após o acionamento do alarme de incêndio. Há relatos de um possível problema relacionado ao gás no nono andar do edifício, mas a causa da ocorrência ainda não foi confirmada oficialmente.
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Vídeos encaminhados à reportagem mostram funcionários e servidores deixando as dependências do prédio e se concentrando no hall. A saída foi determinada como medida de precaução enquanto a situação era avaliada.
Em nota, o governo de Minas informou que a evacuação ocorreu de maneira segura, seguindo os protocolos de emergência adotados na Cidade Administrativa. Apesar da liberação, ainda não há informações sobre o que provocou o acionamento do sistema de alarme no nono andar. A ocorrência permanece em apuração.
Leia a nota na íntegra:
“O Governo de Minas informa que o Prédio Minas, na Cidade Administrativa, foi liberado para uso pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) nesta manhã, após uma vistoria completa em todos os andares e pavimentos, que confirmou as condições de segurança do edifício. Todos os servidores foram comunicados e orientados a retornar aos seus postos de trabalho.
Na manhã desta quinta-feira (8/10), o alarme sonoro e visual de incêndio foi acionado no 9º andar do Prédio Minas. O Corpo de Bombeiros atuou imediatamente, coordenando a evacuação de todo o edifício. Os servidores deixaram o local em segurança, seguindo os protocolos de evacuação periodicamente treinados na Cidade Administrativa.
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Não foram identificados focos de incêndio, e as causas do acionamento do alarme seguem em apuração.”
