A campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) registrou nessa sexta-feira (25/9) no Ministério Público Eleitoral uma notícia-crime pedindo a prisão preventiva de George Marques da Silva e Silva, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).
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O servidor republicou ontem uma mensagem incentivando o compartilhamento da informação falsa de que Flávio apoiava a retirada do título de padroeira do Brasil de
Nossa Senhora Aparecida.
A publicação compartilhada por George Marques, que depois foi apagada, dizia: "Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar. Eles fizeram isso em outras eleições e quase nos ferram. Continuem compartilhando que Nossa Senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte."
Em nota, o Palácio do Planalto alegou que não se pode atribuir ao governo a responsabilidade por uma republicação feita por servidor em caráter estritamente pessoal, por meio de perfil particular, fora do horário de expediente e com a utilização de equipamento próprio.
O Ministério Público Eleitoral ainda não se manifestou sobre a notícia-crime.
