Durante sabatina do Estado de Minas, Portal Uai e TV Alterosa nesta quinta-feira (24/9), o candidato ao governo Patrus Ananias (PT) evitou comentar sobre a única gestão petista no Executivo mineiro, de Fernando Pimentel.
Adversários frequentemente citam o governo Pimentel como péssimo exemplo de gestão estadual. O governo teve que decretar calamidade pública para pagar salários de servidores e deixou um rombo bilionário nas finanças mineiras.
Questionado sobre o histórico, Patrus respondeu que tem uma relação pessoal com o ex-governador petista, que foi secretário municipal da Fazenda em Belo Horizonte durante sua prefeitura, mas disse que “não responde por ele”.
“É claro que dentro do Partido dos Trabalhadores nós temos alguns compromissos comuns, mas cada pessoa é responsável pelos seus atos, pela sua prestação de contas. Eu respondo por mim, pela minha história, pelos meus compromissos, pelos meus projetos”, disse Patrus.
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“Com todo apreço que possa ter a outras pessoas, eu não sou juiz para julgar ninguém, nem de defesa ou de acusação. Que cada um preste contas dos seus atos, como nós estamos prestando contas dos meus atos nessa campanha, dizendo que nós temos uma trajetória absolutamente ética e limpa, sem ter vivido nenhum processo em todas essa caminhada”, completou o ex-prefeito.
Na sequência, Patrus foi questionado se não houve nenhuma experiência positiva durante o governo petista em Minas. Ele elogiou a regionalização do estado nos 17 territórios de desenvolvimento e disse que será um exemplo caso seja eleito.
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“Um dos nossos eixos para bem governar Minas será promover o desenvolvimento regional a partir das características, vocações e potencialidades dessas regiões, buscando sempre parcerias, ações integradas com as prefeitas, com os prefeitos, com as lideranças locais, em uma perspectiva suprapartidária, supraideológica para promovermos o bem-estar do povo de Minas Gerais”, finalizou Patrus.
