O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) pediu votos para os candidatos ao Senado Carlos Portinho e Carlos Jordy para a aprovação de “anistia geral, ampla e irrestrita” aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, os quais ele definiu como "perseguidos", e para a “libertação de Jair Messias Bolsonaro (PL)”, preso em regime domiciliar e condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por seis crimes, dentre tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

A afirmação do “filho 01” do ex-presidente foi feita em evento no Rio de Janeiro neste sábado, que contou com a presença do candidato ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL). O presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, também marcou presença.

Durante o evento, Flávio disse que a situação de crianças que vivem em áreas dominadas por facções criminosas “precisa mudar”. “Na minha época de criança, eu soltava pipa. Hoje, as crianças estão sendo ensinadas a subir drone com bomba para tacar na cabeça dos outros. Drone com bomba para jogar em cima de policial, drone com bomba para jogar em cima de inimigos territoriais”, afirmou.

Ele argumentou que o brasileiro “está tão assustado, com tanto medo” que blinda carros, constrói muros altos, coloca cacos de vidro, arames farpados e câmeras de segurança nos muros e que “daqui a pouco a gente ter que comprar guarda-chuva blindado para se proteger dos drones com bomba”.

Caso seja eleito, Flávio garantiu que iria reclassificar as facções do Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas e que seus membros iriam “mofar na cadeia”.

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No mesmo evento, Douglas Ruas afirmou que, caso eleito, não iria ter dinheiro público no orçamento do carnaval e que, caso alguém queira participar da festa em 2027, “pode comprar ingresso”.

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