Eleições 2026

Zema diz que vice deve ser do Novo em chapa puro-sangue

Candidato à Presidência afirmou que nome será definido até esta quarta (5/8) e que 'não se importa' em ter apenas um mandato por adotar medidas impopulares

Publicidade
Carregando...

CORREIO BRAZILIENSE (DF) – O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou, nesta terça-feira (4/8), que seu vice deve ser do partido Novo e será anunciado até esta quarta-feira (5/8), quando encerra o período de convenções partidárias. “Será definido até amanhã. Provavelmente alguém do partido. Tem conversar (com outros partidos), mas o mais provável é que fique internamente mesmo.”

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

A fala ocorreu durante sabatina com presidenciáveis promovida pelo O Antagonista e G4 Business, em São Paulo. Na ocasião, Zema também voltou a defender reformas administrativa, previdenciária e no Judiciário, além da revisão de benefícios fiscais e da privatização de todas as estatais, inclusive os Correios.

Para ele, tais reformas “impopulares” são necessárias para melhorar as condições das contas públicas do país, independentemente de tais mudanças o impedirem de se reeleger. “Não me importo de ser presidente de um mandato. Não me importo de ser o boi de piranha, de adotar uma série de medidas impopulares para ajudar o Brasil. Não estou atrás de fazer carreira política”, afirmou.

Máquina pública

Zema afirmou que, se eleito, haverá uma queda de despesas com o setor público e apontou para uma redução da máquina pública, diminuindo o número atual de ministérios de 38 para 22. “Tenho uma proposta de colocar, se necessário, na Constituição, que o setor público precisa melhorar sua eficiência em pelo menos 1% ao ano e que isso, ao longo do tempo, será repassado como redução de tributo”, explicou.

Emendas parlamentares

O candidato defendeu, ainda, o diálogo com os parlamentares e afirmou que não concorda com “ficar comprando mercenário”. Segundo ele, um presidente “sem rabo preso” conseguiria avançar contra o atual grande montante de emendas parlamentares controladas por deputados e senadores.

“Trouxe, principalmente na minha segunda gestão, os parlamentares para o meu lado. Nós criamos um catálogo gigante de obras, melhorias e entregamos para os deputados estaduais e falei: para cada R$ 1 que colocar de emendas, eu coloco R$ 2, e eu me comprometo a ir no lançamento ou na entrega da obra”. Trouxemos boa parte da assembleia para o nosso lado”, explicou.

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay