BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Jorge Messias almoçou nesta terça-feira (28/4) com o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e recebeu o apoio do PSB na votação para o STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta (29).
O partido divulgou uma nota manifestando o apoio dos seis senadores da bancada ao ministro da AGU (Advocacia-Geral da União).
Até mesmo os senadores do PSB que não participaram do almoço, como Soraya Thronicke (MS) e Jorge Kajuru (GO), foram procurados pelo presidente da sigla, o ex-prefeito João Campos, para garantir que a nota fosse unânime.
Pacheco e Messias
Pacheco já havia recebido Messias em casa no fim do ano passado, mas ainda não havia declarado apoio a ele publicamente. Com o gesto desta terça, Pacheco também se distancia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), seu padrinho político, que resiste ao nome de Messias.
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Na nota, o PSB diz confiar que a sabatina de Messias "reafirmará os atributos que o qualificam para o exercício da mais alta função do Judiciário brasileiro".
"Ao longo de sua trajetória, Messias sempre demonstrou compromisso com a Constituição, respeito às instituições democráticas e sensibilidade às demandas da sociedade brasileira. O PSB entende que o STF deve ser composto por juristas com experiência, equilíbrio, independência e compromisso público", diz o partido.
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"Como advogado-geral da União, e procurador da Fazenda Nacional, Messias reúne todos os atributos para responder às demandas na mais alta corte do Judiciário no país. É nesse sentido que reafirmamos a importância de um processo republicano, respeitoso e qualificado, à altura da relevância do cargo, e seguimos confiantes de que o Brasil sairá fortalecido desse debate."
