O governador Romeu Zema (Novo) comentou sobre a greve dos trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), anunciada nessa terça-feira (17/3).
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“Todo ano eleitoral é isso. Em 2022, foi desta maneira, foi o ano em que encontrei mais transtornos. Parece que os sindicatos e associações, muito ligados à esquerda, querem, de certa maneira causar algum tumulto, ter algum protagonismo em ano eleitoral. Eu estou vendo isso com muita naturalidade”, afirmou Zema em um evento voltado para os produtores rurais nesta quarta-feira (18/3) em Belo Horizonte.
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O governador de Minas Gerais afirmou que o estado vai respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal e que o reajuste proposto à categoria, de 5,4%, é o que foi possível.
O vice-governador Mateus Simões (PSD) acrescentou que o reajuste proposto pelo governo foi 25% superior à inflação. “Tenho certeza que as coisas vão voltar ao normal e vamos trabalhar para que não haja prejuízo no atendimento dos pacientes”, completou.
De acordo com a Associação dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg) e o Sindicato dos Trabalhadores da Rede Fhemig (Sindpros), os trabalhadores da Fhemig acumulam perdas superiores a 12% nos últimos três anos.
