A prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou, em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, que não vê o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), filiado ao PT ou concorrendo ao Senado pela legenda nas eleições de 2026. Segundo ela, embora o ministro seja citado nos bastidores como um possível nome para a disputa, o nome dele não é viabilidade eleitoral.
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Marília, cotada como pré-candidata ao Senado, destacou que mantém uma boa relação com Alexandre Silveira e afirmou que a eventual presença dele no tabuleiro eleitoral não a incomoda. Ainda assim, ponderou que, no momento, a discussão central no PT deveria passar pela definição de um nome que reúna viabilidade eleitoral e capacidade de fortalecer o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que será candidato à reeleição, em Minas Gerais.
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Na avaliação da prefeita, as pesquisas eleitorais já divulgadas indicam que, hoje, ela é o nome mais bem posicionado para a disputa ao Senado. Apesar disso, Marília ressaltou que a decisão final cabe exclusivamente ao presidente da República.
"Tenho uma boa relação com Alexandre, mas hoje, se a gente for olhar para as pesquisas, o melhor nome sou eu. Porque o melhor nome é quem tem voto, é aliado do Lula e quem o Lula vai poder contar. Então, eu reúno concretamente essas três questões que são fundamentais para fortalecer o palanque do Lula. Agora, a liberdade de escolha é do Lula. Se ele escolher outro candidato ou outra candidata, é como eu falei, eu não tô reivindicando, eu apenas me coloquei à disposição", disse ao Estado de Minas.
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Questionada se vê o ministro filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi enfática: "Não".
