Os corpos das seis pessoas que morreram no grave acidente entre um ônibus de turismo e um caminhão na BR-116, em Cachoeira de Pajeú, no Norte de Minas, ainda não haviam sido identificados até a manhã desta quarta-feira (16/9). A empresa responsável pelo ônibus, a Papatur, informou que está levantando informações junto aos familiares das vítimas.
O acidente ocorreu na noite de terça-feira (15/9) na altura do km 25 da rodovia, no entroncamento conhecido como Trevo de Cariri, que liga as BR-116 e BR-251. Além das seis mortes, 43 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para atendimento médico nas cidades de Divisa Alegre, Itaobim e Salinas.
O veículo era utilizado em serviço de fretamento. O ônibus saiu de São Paulo e estava a caminho da Bahia. A empresa informou que equipes das agências estão acompanhando a ocorrência e prestando assistência aos passageiros.
Conforme informações do Corpo de Bombeiros, o motorista do caminhão relatou que o ônibus teria perdido o freio depois de passar pelo Trevo de Cariri e atingido o caminhão. Com o impacto, os dois veículos capotaram.
Os motoristas do ônibus e do caminhão não tiveram ferimentos graves. O caminhão refrigerado era de Conselheiro Pena, em Minas Gerais, e estava vazio após ter deixado uma carga de queijo em Senhor do Bonfim, na Bahia.
Em nota, a Papatur lamentou as mortes e afirmou que está prestando suporte às pessoas envolvidas no acidente. Segundo a empresa, equipes das agências estão se deslocando para o local e adotando as medidas necessárias.
A companhia informou que o seguro foi acionado e que os passageiros estão recebendo assistência, incluindo hospedagem em hotel e a disponibilização de ônibus para a transferência aos destinos finais.
A Papatur também afirmou que trabalha em conjunto com as autoridades para confirmar as informações sobre as pessoas que morreram. A empresa afirmou ainda que está coletando informações com os familiares para confirmar a identidade das vítimas.
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A reportagem procurou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para saber se o ônibus e a empresa estavam regulares e autorizados para realizar o transporte interestadual de passageiros. A reportagem aguarda retorno.
