EDUCAÇÃO

Sem aulas: professores da rede municipal de BH paralisam atividades

Educadores e terceirizados cruzam os braços nesta quinta (16/4); ato em frente à PPBH e assembleia na Praça da Estação vão discutir possibilidade de greve

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Professores concursados e trabalhadores terceirizados da rede municipal de educação de Belo Horizonte realizam paralisação nesta quinta-feira (16/4). A mobilização foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de BH (Sind-Rede/BH) e integra a campanha salarial da categoria, além de reivindicações por melhores condições de trabalho nas escolas.

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Segundo o sindicato, a paralisação reúne servidores efetivos e terceirizados em diferentes frentes de mobilização e ocorre em meio à campanha salarial e à cobrança por avanços nas negociações com o município. A programação inclui um ato público às 9h, em frente à Prefeitura de Belo Horizonte.

Os professores também realizam assembleia às 14h, na Praça da Estação, onde devem discutir os próximos passos da mobilização, incluindo indicativo de greve.

De acordo com o Sind-Rede/BH, o movimento acontece diante da falta de respostas da prefeitura às pautas apresentadas pela categoria.

Entre as principais reivindicações estão a assinatura dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) dos trabalhadores terceirizados, incluindo funcionários da Minas Gerais Administração e Serviços (MGS) e da empresa Arte Brilho, que atuam como cantineiros e porteiros, além da inclusão dos auxiliares educacionais no acordo da MGS. Os trabalhadores também cobram regularização do pagamento de vale-transporte e vale-alimentação, além da formalização contratual dos vínculos.

A categoria afirma ainda que enfrenta problemas estruturais na rede municipal, como falta de professores, sobrecarga de trabalho, redução de recursos nas escolas e precarização das condições de ensino.

O sindicato aponta dificuldades de diálogo com a Secretaria Municipal de Educação (Smed) e demora na implementação de direitos trabalhistas já reivindicados.

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Outro lado 

A reportagem do Estado de Minas questionou a Prefeitura de Belo Horizonte sobre as demandas dos professores e aguarda o posicionamento.

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