A Prefeitura de Belo Horizonte confirmou o primeiro caso de raiva no município em 2026. Um morcego, encontrado morto no Bairro Diamante, no Barreiro, testou positivo para a doença em análise laboratorial realizada pela Gerência de Zoonoses da capital. 

No ano passado, foram registrados 21 morcegos positivos para raiva no município. Em 2024, foram 28.

Frente à confirmação, a Secretaria Municipal de Saúde de BH deu início a uma ação de bloqueio vacinal de animais domésticos (cães e gatos) num raio de 300 metros de onde o morcego foi encontrado, além de repassar orientações para a população quanto aos cuidados necessários para evitar a presença de morcegos em casa.

Em casos de acidente de humanos com animais potencialmente transmissores da raiva, como morcegos, cães e gatos, o usuário deve procurar um centro de saúde para avaliação médica e realização do tratamento profilático, aplicação de vacina ou soro antirrábico, quando indicado. Na unidade, a pessoa será orientada sobre os cuidados necessários que devem ser adotados.

Em caso de agressão por cão ou gato domiciliados, o animal deve ser observado em casa por 10 dias. Se, durante este período, o animal adoecer, desaparecer ou morrer, é preciso entrar em contato com os serviços do controle de Zoonoses ou o centro de saúde de referência, para as devidas providências.

A Prefeitura de Belo Horizonte oferta, durante todo o ano, a vacina antirrábica para cães e gatos. As doses estão disponíveis nos cinco Centros de Esterilização de Cães e Gatos e no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Os endereços e horários de funcionamento estão disponíveis no portal da PBH.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Gabriel Felice

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