Alimentação

Queijo Prato ou queijo Minas? Descubra qual é o mais saudável

Queijo Prato ou queijo Minas? Descubra qual é mais saudável, diferenças nutricionais, benefícios, calorias e dicas para escolher

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A escolha entre queijo prato e queijo minas costuma gerar dúvida em quem busca uma alimentação mais equilibrada. Os dois são amplamente consumidos no Brasil, têm origem no leite e passam por processos de produção diferentes, o que impacta sabor, textura e perfil nutricional. Entender essas diferenças ajuda a adaptar o consumo ao objetivo de cada pessoa, seja controle de peso, redução de gordura ou cuidado com o coração.

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Ao analisar qual queijo é mais saudável, é necessário observar não apenas calorias, mas também teor de gordura, quantidade de sal, presença de proteínas e cálcio, além do grau de processamento. Queijos prato e minas podem fazer parte de uma rotina alimentar considerada adequada em 2025, desde que a porção e a frequência de consumo sejam observadas com atenção.

Queijo prato e queijo minas: principais diferenças nutricionais

O queijo prato é um queijo de massa semidura, amarelo, com sabor mais intenso e maior teor de gordura. Já o queijo minas, sobretudo na versão frescal, é branco, úmido, de sabor suave e costuma apresentar menos gordura e, em alguns casos, menos calorias por porção.

Do ponto de vista nutricional, ambos fornecem proteína e cálcio, importantes para ossos e músculos. No entanto, o teor de gordura saturada e sódio tende a ser maior no queijo prato, o que pode ter impacto em estratégias de prevenção de doenças cardiovasculares e no controle de colesterol. O queijo minas frescal, por sua vez, costuma ter menor concentração de gordura, principalmente quando comparado a versões mais curadas ou a queijos amarelos.

É comum encontrar no mercado diferentes tipos de queijo minas: frescal, meia cura e padrão. Quanto mais maturado, maior tende a ser a perda de água e, por consequência, a concentração de gordura e sal. No caso do queijo prato, as variações entre marcas podem alterar bastante o valor de sódio e de lipídios, o que torna a leitura do rótulo uma etapa relevante na hora da compra.

Queijo minas e queijo prato podem fazer parte de uma alimentação equilibrada quando consumidos com atenção e moderação – depositphotos.com / zmaris

Qual o mais saudável para o dia a dia?

Quando o objetivo é reduzir a ingestão de gordura e calorias, o queijo minas frescal costuma ser apontado como a opção mais adequada em relação ao queijo prato. Isso acontece porque, em muitos produtos disponíveis em 2025, o minas frescal apresenta:

  • Menor teor de gordura total e gordura saturada por porção;
  • Quantidade de calorias mais baixa;
  • Textura mais úmida, com maior teor de água, o que dilui nutrientes concentrados;
  • Versões com teor de sal moderado em comparação a alguns queijos amarelos.

O queijo prato, por ser mais gorduroso, tende a ser mais calórico e a concentrar mais sal. Em um contexto de alimentação equilibrada, ele pode ser consumido, mas em porções menores e com menor frequência, principalmente para pessoas com histórico de hipertensão, alteração de colesterol ou recomendação de restrição de gordura saturada.

De forma geral, considerando apenas o aspecto nutricional médio, o queijo minas frescal é frequentemente visto como o mais adequado para o uso cotidiano, em lanches, cafés da manhã e refeições leves. Já o queijo prato pode ser reservado para ocasiões específicas ou usado em preparações pontuais, como sanduíches quentes e pratos gratinados, respeitando sempre o limite diário de calorias e gorduras indicado por profissionais de saúde.

Como escolher entre queijo prato e queijo minas na prática?

Na prática, a decisão entre queijo prato ou queijo minas saudável envolve mais do que a preferência de sabor. A leitura atenta do rótulo é um passo importante para ajustar o consumo às necessidades de cada pessoa. Alguns pontos podem ser observados sempre que possível:

  1. Verificar o teor de gordura: comparar a quantidade de gordura total e saturada por porção entre as marcas de queijo prato e queijos minas disponíveis.
  2. Observar o sódio: analisar a coluna de sódio na tabela nutricional, já que queijos podem contribuir de forma relevante para o sal consumido no dia.
  3. Avaliar o tamanho da porção: muitos rótulos consideram porções pequenas; quem consome fatias maiores pode ingerir mais calorias do que imagina.
  4. Preferir versões frescas: no caso do queijo minas, o tipo frescal tende a ser o menos concentrado em gordura e sal, quando comparado ao meia cura ou padrão.
  5. Considerar o contexto da dieta: em planos alimentares com maior gasto energético, a inclusão de queijos mais calóricos pode ser ajustada sem excesso.

Outra estratégia observada em 2025 é o uso de queijos com teor reduzido de gordura, tanto de minas quanto de prato. Alguns fabricantes oferecem versões “light” ou com menos sal, que podem facilitar o encaixe em dietas específicas, desde que não haja compensação com aumento do consumo. Ajustar a frequência de uso ao longo da semana também é um recurso comum para manter o equilíbrio.

Nem todo queijo é igual. O minas frescal costuma ser mais leve, enquanto o queijo prato é mais gorduroso e concentrado – depositphotos.com / photo25th

Em quais situações cada queijo tende a ser mais adequado?

O queijo minas pode ser mais indicado em rotinas que priorizam alimentos menos gordurosos, em planos de reeducação alimentar ou em cardápios voltados para perda de peso. Já o queijo prato costuma aparecer em refeições em que a textura derretida e o sabor mais marcante são valorizados, como em preparações assadas ou sanduíches quentes.

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Em qualquer um dos casos, manter a variedade de fontes de proteína e cálcio, alternando queijos com leites, iogurtes e outras opções, ajuda a evitar excesso de gordura e sal de um único alimento. Assim, tanto o queijo prato quanto o queijo minas podem integrar uma alimentação equilibrada, desde que o consumo seja planejado de forma consciente e compatível com as orientações de profissionais de saúde ou nutrição.

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