Frango assado x frango a passarinho: qual é melhor para não engordar?
Descubra por que escolher frango assado em vez de frango a passarinho ajuda a não engordar e melhora sua saúde sem abrir mão do sabor
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Entre um frango assado inteiro e um frango a passarinho bem frito, a diferença não está apenas no sabor. A forma de preparo altera de maneira direta a quantidade de gordura, calorias e até o impacto na saúde ao longo do tempo. Para quem busca manter o peso ou tentar emagrecer, esse detalhe do modo de cozimento passa a ter um papel importante no dia a dia.
Quando se fala em controle de peso, muitas pessoas observam apenas o tipo de carne, mas deixam de lado o que acontece com ela na panela ou no forno. No caso do frango, um mesmo corte pode ter um valor calórico bem diferente se for assado, grelhado ou mergulhado no óleo. Por isso, entender como o frango assado e o frango a passarinho se comportam na cozinha ajuda a fazer escolhas mais estratégicas.
O que torna o frango a passarinho mais calórico?
O frango a passarinho é tradicionalmente preparado em pequenos pedaços fritos em óleo quente, muitas vezes com pele e, em alguns casos, empanado. Esse processo faz com que os pedaços absorvam gordura durante a fritura. Mesmo sendo uma carne considerada magra, o frango passa a carregar uma quantidade maior de calorias em cada porção, principalmente quando comparado à versão assada sem excesso de óleo.
Outro ponto relevante é a forma como esse prato costuma ser servido. Em geral, o frango a passarinho aparece acompanhado de molhos gordurosos, porções de batata frita, farofa rica em gordura e bebidas alcoólicas ou refrigerantes. Esse conjunto aumenta ainda mais a carga calórica da refeição. Assim, a escolha pelo frango a passarinho com frequência tende a contribuir para um consumo energético superior ao que o corpo precisa, favorecendo o ganho de peso ao longo do tempo.
Frango assado engorda menos? Entenda a diferença
Quando preparado de forma simples, preferencialmente sem pele e com pouco óleo, o frango assado preserva proteínas, reduz a adição de gordura e costuma ter menos calorias do que a versão frita. No forno, parte da gordura natural da carne se desprende e escorre para a assadeira, o que pode resultar em um alimento final com teor lipídico mais baixo.
Isso não significa que o frango assado seja sempre sinônimo de prato leve. O uso de manteiga em excesso, recheios gordurosos, molhos cremosos e acompanhamentos muito calóricos pode transformar uma receita aparentemente saudável em uma refeição densa em energia. Ainda assim, quando se compara apenas o método de preparo — assar versus fritar em imersão — o frango assado tende a ser uma opção mais adequada para quem está atento ao peso corporal.
- Frango assado simples: menos gordura adicionada, boa fonte de proteína.
- Frango a passarinho tradicional: fritura em óleo, maior absorção de gordura.
- Porção e acompanhamentos: ambos podem engordar se consumidos em excesso.
Por que a escolha entre frango assado e frango a passarinho influencia no peso?
A diferença entre frango assado e frango a passarinho aparece na soma de pequenos fatores diários. Quem opta mais vezes por preparações fritas, ricas em gordura e acompanhadas de porções calóricas, tende a ingerir mais energia do que gasta. Esse desequilíbrio, repetido ao longo de semanas e meses, favorece o acúmulo de gordura corporal, mesmo sem mudanças drásticas na quantidade de comida.
Já o consumo frequente de frango assado bem preparado, com foco em temperos naturais e menor uso de óleo, ajuda a reduzir a ingestão calórica por refeição. Quando essa escolha vem acompanhada de guarnições como legumes, saladas e carboidratos em quantidade moderada, o prato se torna mais alinhado a uma rotina de controle de peso. Dessa forma, a diferença não está apenas na carne em si, mas no padrão alimentar que se forma em torno de cada tipo de preparo.
Como tornar o frango assado ainda mais aliado na perda de peso?
Para quem deseja usar o frango assado como aliado em uma estratégia de emagrecimento ou manutenção de peso, alguns ajustes simples podem fazer diferença. Pequenas mudanças no tempero, na forma de assar e nos acompanhamentos ajudam a aproveitar o potencial da carne de frango como fonte de proteína com menor teor de gordura.
- Dar preferência ao peito ou cortes com menos gordura
Ao escolher coxas e sobrecoxas, é possível retirar a pele antes ou depois de assar para reduzir a ingestão de gordura. - Usar pouco óleo no preparo
Pincelar uma fina camada de azeite ou óleo vegetal já é suficiente. O excesso de gordura na assadeira aumenta desnecessariamente as calorias. - Caprichar em temperos naturais
Alho, cebola, ervas frescas, limão e especiarias acrescentam sabor sem adicionar gordura. Assim, o frango assado fica mais interessante sem depender de molhos pesados. - Cuidar dos acompanhamentos
Saladas, legumes assados ou cozidos e uma porção moderada de arroz, mandioca ou batata ajudam a equilibrar o prato. Trocar frituras por preparações assadas ou cozidas reduz o valor calórico total. - Atenção ao tamanho da porção
Mesmo o frango assado, se consumido em grandes quantidades, pode ultrapassar a necessidade diária de energia. A combinação entre tipo de preparo e porção é o que faz diferença na balança.
Frango assado ou frango a passarinho: qual cabe melhor na rotina?
Na prática, a escolha entre frango assado e frango a passarinho está ligada ao contexto alimentar de cada pessoa. Para uma rotina em que o objetivo é evitar ganho de peso, o frango assado tende a se encaixar melhor como opção frequente, por ter menos gordura adicionada quando bem preparado. Já o frango a passarinho, por ser frito e geralmente acompanhado de outros itens calóricos, costuma ser mais adequado como consumo ocasional.
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Assim, a diferença para “não engordar” não depende apenas do nome do prato, mas de como ele é preparado, com que frequência entra no cardápio e quais alimentos o acompanham. Ao entender esses pontos, torna-se mais simples encaixar o frango assado como uma escolha cotidiana e deixar o frango a passarinho para momentos específicos, mantendo maior controle sobre o equilíbrio energético ao longo da semana.