Alimentação

Arônia-Negra: A fruta pouco conhecida, mas poderosa e cheia de antioxidantes

Arônia?negra: poderosa fruta antioxidante para saúde e imunidade. Veja benefícios, usos, preço e onde encontrar arônia no Brasil

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A arônia-negra vem ganhando espaço nas conversas sobre alimentação saudável por ser um fruto pequeno, escuro e bastante rico em compostos bioativos. Originária da América do Norte e muito cultivada em países da Europa Oriental, a planta tem chamado a atenção de pesquisadores e consumidores por seu teor de antioxidantes e pelo uso versátil na culinária. Apesar de ainda ser pouco conhecida em parte do público brasileiro, já começa a aparecer em lojas especializadas e em produções agrícolas pontuais.

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Do ponto de vista botânico, a arônia-negra é um arbusto da espécie Aronia melanocarpa, que produz cachos de frutinhas arredondadas, de cor roxa bem escura, quase preta. O sabor tende a ser adstringente e levemente ácido, o que faz com que o fruto seja mais utilizado em sucos, geleias e preparações processadas do que consumido in natura. Em diversos países, a planta também é usada como cerca viva e para fins ornamentais, já que apresenta folhas verdes brilhantes e coloração avermelhada no outono.

Arônia-negra: o que é e quais características se destacam?

A arônia-negra é frequentemente mencionada em estudos sobre alimentos ricos em polifenóis, principalmente antocianinas, responsáveis pela coloração escura da casca. Esses compostos são investigados por seu potencial papel em estratégias de alimentação que priorizam frutas coloridas e naturais. Além disso, a fruta contém fibras, pequenas quantidades de vitaminas e minerais e uma concentração relevante de taninos, que contribuem para a sensação de secura na boca ao ser consumida sem preparo.

Na prática, o fruto costuma ser encontrado em diferentes formas: fresco, congelado, em sucos concentrados, em pó desidratado e incorporado a produtos como barras de cereais, chás mistos e suplementos em cápsulas. Em países onde o cultivo está consolidado, é comum o uso da arônia-negra em vinhos de fruta, compotas, xaropes e até corantes naturais, aproveitando a pigmentação intensa da casca. Por causa desse perfil, a palavra-chave “arônia-negra” aparece com frequência associada a termos como “superfruto” e “fruta antioxidante” em materiais informativos e de divulgação científica.

De sabor ácido e adstringente, ela raramente é consumida in natura – depositphotos.com / maxsol7

Onde encontrar arônia-negra e como é comercializada?

A disponibilidade da arônia-negra varia bastante de acordo com a região. Em locais onde a cultura está bem estabelecida, como Polônia, Rússia, Alemanha e Estados Unidos, o fruto costuma ser vendido em feiras livres, mercados, cooperativas agrícolas e empórios de produtos regionais. Nessas regiões, o consumidor tem acesso tanto ao fruto fresco, na época da colheita, quanto a versões industrializadas durante todo o ano.

Em centros urbanos de diversos países, inclusive fora do eixo tradicional de produção, a arônia-negra geralmente aparece em formatos mais processados. É comum encontrá-la em:

  • Lojas de produtos naturais, na forma de pó, cápsulas ou misturas para sucos;
  • Empórios de alimentos importados, oferecendo sucos concentrados, geleias e compotas;
  • Comércio eletrônico, com grande variedade de marcas e apresentações, do fruto congelado aos suplementos;
  • Mercados que trabalham com produtos orgânicos, em menor escala, geralmente na forma desidratada.

Ao comprar, é comum que o consumidor encontre a fruta identificada em rótulos como “arônia”, “arônia-negra” ou pelo nome científico. A forma de comercialização escolhida costuma estar ligada à logística de transporte e armazenamento, já que o fruto fresco é delicado e tem menor durabilidade.

Arônia-negra existe no Brasil?

A presença da arônia-negra no Brasil ainda é limitada, mas real. Há registros de produtores rurais, principalmente em regiões de clima mais ameno, que vêm testando e ampliando o cultivo da planta. Estados do Sul e áreas de altitude em outras regiões são apontados como locais mais favoráveis, devido à semelhança climática com países que já produzem a fruta em escala maior.

No comércio, a forma mais comum de encontrar arônia-negra no Brasil é por meio de produtos industrializados ou importados. Alguns caminhos habituais incluem:

  1. Lojas de produtos naturais e fitoterápicos: costumam oferecer arônia-negra em cápsulas, pó liofilizado ou combinada com outras frutas em suplementos;
  2. Empórios especializados em alimentos funcionais: podem disponibilizar sucos concentrados, xaropes e geleias à base de arônia;
  3. Sites de vendas on-line: facilitam o acesso a frutas congeladas, desidratadas e a produtos importados com o fruto na composição;
  4. Pequenos produtores: alguns agricultores divulgam a venda direta por redes sociais, feiras agroecológicas e cooperativas.

Em relação à produção nacional, a área plantada ainda é considerada pequena se comparada a culturas tradicionais, como uva ou amora-preta. Mesmo assim, instituições de pesquisa e órgãos de extensão rural têm mostrado interesse em avaliar o desempenho da arônia-negra em diferentes solos e altitudes, o que pode ampliar a oferta interna nos próximos anos.

Ainda pouco comum no Brasil, mas já encontrada em lojas naturais e cultivos no Sul do país, a arônia-negra começa a ganhar espaço entre quem busca alimentos funcionais e diferentes – depositphotos.com / Geshas

Como a arônia-negra costuma ser usada no dia a dia?

No cotidiano, a arônia-negra tende a ser incorporada de forma simples às refeições. Em muitos lares, o fruto ou seus derivados são adicionados a preparações como iogurtes, mingaus, vitaminas e smoothies. Em versões em pó, a fruta é frequentemente misturada a água, leite ou bebidas vegetais, ou ainda polvilhada sobre frutas picadas e cereais matinais.

Na culinária, também há uso da arônia-negra em receitas doces e salgadas. É comum o aproveitamento em:

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  • Geleias e compotas, aproveitando o sabor ácido e a cor intensa;
  • Molhos para carnes, em especial para pratos que combinam toques agridoces;
  • Bolos, muffins e pães, utilizando o fruto desidratado ou em forma de purê;
  • Bebidas fermentadas, como vinhos de fruta e licores artesanais, em países com tradição nesse tipo de produto.

Mesmo em locais onde ainda não é tão difundida, a arônia-negra tende a ganhar espaço por meio de influências internacionais, da divulgação em pesquisas científicas e do interesse crescente por frutas pouco convencionais. Com isso, a expectativa é que o acesso ao fruto, tanto no Brasil quanto em outros países, se torne gradualmente mais amplo, sobretudo em lojas especializadas e canais de venda on-line.

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