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Início Economia

O governo aprovou mudanças na jornada de trabalho, e agora todos trabalharão 42 horas por semana

André Rangel  Por André Rangel 
15/01/2026
Em Economia, Notícias
Menos horas, mais qualidade de vida no trabalho

Menos horas, mais qualidade de vida no trabalho

A redução da jornada de trabalho na Colômbia entrou em uma fase decisiva e já faz parte da rotina de milhares de trabalhadores do setor privado, com a carga semanal sendo gradualmente reduzida até chegar a 42 horas, mantendo o mesmo salário, os benefícios já adquiridos e estimulando um modelo de trabalho mais produtivo, equilibrado e focado em qualidade de vida.

Como funciona na prática a redução da jornada laboral para 42 horas

A redução da jornada laboral para 42 horas é o novo limite legal da semana de trabalho no setor privado colombiano, resultado da Lei 2101 de 2021, que promove a transição de 48 para 42 horas de forma escalonada até 2026, sem cortes salariais. O objetivo é preservar a renda e os direitos, ajustando apenas o tempo efetivo de trabalho.

No dia a dia, essa diminuição pode ser percebida em saídas mais cedo, redistribuição de turnos ou contratação de mais funcionários, desde que o total semanal não ultrapasse 42 horas. Em todos os casos, a empresa deve garantir que não haja perda financeira nem redução de benefícios para o trabalhador.

Menos horas, mais qualidade de vida no trabalho
Menos horas, mais qualidade de vida no trabalho

Qual é o cenário da redução da jornada de trabalho no Brasil em 2026

Em 2026, a discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil está centrada na tramitação de Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que buscam extinguir a escala 6×1 e estabelecer um novo teto semanal de horas, focando na geração de empregos, competitividade e qualidade de vida. Diferentemente da Colômbia, onde a mudança já está em fase final de implementação, no Brasil o debate ainda é legislativo e marcado por forte articulação política.

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No centro desse debate está a ideia de que menos horas de trabalho, sem redução salarial, podem estimular a criação de novos postos formais, reduzir adoecimentos ligados ao excesso de jornada e incentivar semanas mais curtas, como a escala 4×3, inspirada em experiências internacionais e em estudos de produtividade.

Quais são as principais propostas, prazos e impactos econômicos

No Senado, a PEC 148/2015 prevê a redução gradual da jornada máxima de 44 para 36 horas semanais, sem redução salarial, exigindo forte reorganização das escalas de trabalho, especialmente em setores com alta carga presencial. Na Câmara, a PEC 8/2025 propõe o limite de 36 horas semanais com adoção da escala de quatro dias de trabalho por três de descanso, alinhada a testes globais de semana de quatro dias.

Caso o texto final seja aprovado em 2026, a expectativa é de vigência a partir de 2027, com transição progressiva e potencial criação de milhões de postos de trabalho formais. Estudos preliminares indicam impacto positivo na saúde ocupacional, na redução de afastamentos por adoecimento e na atração de jovens para o mercado formal, desde que empresas se preparem para rever contratos, escalas e indicadores de desempenho.

Além da jornada, outras regras entram em vigor ou estão em destaque este ano
Além da jornada, outras regras entram em vigor ou estão em destaque este ano

Como as empresas devem se adaptar e quais direitos trabalhistas são preservados

Com a redução da jornada semanal, as empresas precisam revisar escalas, contratos e sistemas de controle de ponto para cumprir a lei sem prejudicar a operação, reforçando o papel estratégico de recursos humanos e lideranças. A Lei 2101 de 2021, na Colômbia, tem foco exclusivo na redução da jornada, sem alterar salário, cálculo de horas extras ou regras de trabalho noturno e em dias de descanso.

Para organizar essa transição de forma eficiente e segura, muitas organizações vêm adotando algumas ações estruturadas, alinhadas às exigências legais e às suas necessidades operacionais, garantindo também a preservação de férias, descanso semanal e benefícios extralegais já adquiridos:

  • Reorganização de turnos para cobrir o mesmo período de atendimento com menos horas por trabalhador.
  • Revisão de metas e indicadores, priorizando produtividade em vez de tempo em posto de trabalho.
  • Avaliação de jornadas flexíveis, quando compatíveis com a atividade, respeitando os limites legais.
  • Ajuste de sistemas de registro de ponto e folha de pagamento à nova carga horária.

Tabela comparativa: Colômbia x Brasil (jornada em 2026)

Aspecto Colômbia – 2026 Brasil – 2026
Base legal principal Lei 2101/2021, que altera o Código Sustantivo do Trabalho Constituição Federal (art. 7º, XIII) e CLT
Situação da mudança Redução já aprovada e em fase final de implementação obrigatória Redução em debate via PEC 4/2025 e outros projetos, sem vigência
Jornada máxima anterior 48 horas semanais 44 horas semanais
Jornada máxima em 2026 42 horas semanais a partir de 15 de julho de 2026 Mantém 44 horas semanais
Forma de implementação Redução gradual: 48 → 46 → 44 → 42 horas (2023–2026) Propostas preveem transição 44 → 40 → 36 horas, apenas no texto de PEC/projetos
Efeito sobre salário Proibida redução de salário ou direitos Propostas mencionam redução sem corte salarial, mas sem regra em vigor
Limite diário 42 horas distribuídas em 5 ou 6 dias, sem limite rígido diário Regra geral de até 8h diárias (ou 8h48 em 5 dias), com horas extras reguladas
Início da etapa final (42h) 15 de julho de 2026 Sem data definida
Papel do governo Ministério do Trabalho fiscaliza e aplica sanções a empresas Discussão no Congresso; exige PEC e mudanças na CLT
Resumo: em 2026, a Colômbia já terá uma jornada máxima de 42 horas semanais em vigor, enquanto o Brasil mantém o limite de 44 horas, com eventuais reduções ainda dependentes de aprovação no Congresso Nacional.

Por que a nova jornada exige ação imediata e o que fazer agora

Com o avanço do calendário da Lei 2101 de 2021, a jornada de 42 horas tende a se consolidar como padrão no setor privado colombiano, exigindo gestão mais estratégica de tempo, processos e pessoas, enquanto no Brasil o debate de 36 horas e semanas mais curtas ganha força no Congresso. Ignorar esse movimento significa correr o risco de sanções, perda de talentos e atraso competitivo frente a empresas que já se adaptam a modelos de trabalho mais saudáveis e eficientes.

Se você é empregador, ajuste agora seus turnos, contratos, controles e políticas internas; se é trabalhador, informe-se com urgência sobre seus direitos, dialogue com seu sindicato e cobre sua correta aplicação. O momento de agir é imediato: cada ciclo de folha, cada escala montada sem considerar a nova jornada pode significar passivos trabalhistas, desgaste na equipe e perda de uma oportunidade histórica de transformar o trabalho em algo mais justo, sustentável e humano.

Tags: direitosdireitos do trabalhadorjornada de trabalhoqualidade de vidaRedução da jornada de trabalhotrabalhadortrabalho

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