Trabalhar em casa corta o deslocamento, mas coloca parte do escritório dentro da conta de luz. Em uma simulação para o Rio de Janeiro, a energia no home office chegou a R$ 225,87 por mês. Mantida por 12 meses, essa rotina soma R$ 2.710,44.
Como a conta chegou a mais de R$ 2.700 por ano?
O cálculo, publicado em 2025, reuniu monitor, notebook, computador de mesa, impressora, modem e iluminação. Juntos, esses itens consumiram 202,29 kWh por mês na rotina usada pela simulação.
O total antes dos tributos ficou em R$ 184,68. Depois da cobrança considerada no exemplo, a fatura chegou a R$ 225,87. A simulação oficial do consumo no trabalho em casa avisa que o resultado não representa todas as residências.

Quanto cada aparelho consumiu na simulação?
Computador e notebook tiveram o maior peso porque a conta considerou os 2 ligados durante 8 horas por dia. O modem ficou ativo 24 horas, enquanto a impressora foi usada por apenas 10 minutos.
O consumo mensal estimado foi dividido assim:
- Monitor: 24 kWh com potência de 100 W e uso diário de 8 horas.
- Notebook: 72 kWh com potência de 300 W e uso diário de 8 horas.
- Computador: 72 kWh com potência de 300 W e uso diário de 8 horas.
- Impressora: 0,45 kWh com potência de 90 W e uso diário de 10 minutos.
- Modem: 19,44 kWh com potência de 27 W e funcionamento contínuo.
- Iluminação: 14,4 kWh com potência total de 60 W por 8 horas diárias.
Por que o valor muda de uma casa para outra?
Potência é a força elétrica exigida pelo aparelho. Já o kWh, ou quilowatt-hora, mede a energia usada ao longo do tempo. Por isso, equipamentos parecidos podem gerar contas diferentes.
Os fatores que mais alteram o resultado são estes:
- Cidade: a tarifa e os tributos mudam conforme a distribuidora e o local.
- Equipamentos: potência, idade e conservação afetam o consumo.
- Tempo ligado: uma rotina de 4 horas custa menos que outra de 8 horas.
- Quantidade: usar notebook e computador juntos aumenta a soma.
- Bandeira tarifária: cobranças extras podem elevar o preço de cada kWh.
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Quais itens mais pesaram no exemplo?
O computador de mesa e o notebook responderam pela maior parte do consumo. A iluminação e o modem tiveram valores menores, mas ficaram ativos por muitas horas e também entraram na soma.
A diferença prática aparece nesta comparação:
Como calcular o gasto do próprio escritório?
Procure a potência em watts no aparelho ou no manual. Multiplique pela quantidade de horas, pelos dias de uso e divida por 1.000. Depois, multiplique o resultado pela tarifa do kWh mostrada na conta.
O verbete sobre quilowatt-hora ajuda a entender essa unidade. No home office, cada aparelho parece pequeno sozinho; é a rotina repetida que transforma watts em reais.




