O faturamento do ano anterior pode servir de base para calcular o limite de um empréstimo empresarial. O ProCred 360 atende MEIs e microempresas, com condição maior para negócios liderados por mulheres. O percentual representa um teto permitido, e não uma promessa de que o banco liberará todo o valor.
Quem pode pedir o ProCred 360?
A linha atende microempreendedores individuais e microempresas dentro dos limites de receita definidos pelo programa.
O Ministério do Empreendedorismo informa que o público inclui MEIs optantes pelo Simples Nacional e microempresas com operações em dia ou atraso financeiro de até 90 dias. O MEI possui seu próprio limite legal de receita. A microempresa atendida pela linha pode faturar até R$ 360 mil por ano.

Como o limite do empréstimo é calculado?
O cálculo usa o faturamento bruto do ano anterior, mas a aprovação final depende da análise feita pela instituição financeira.
As condições gerais ficam assim:
- Empresas em geral: limite de até 30% do faturamento do ano anterior.
- Negócios liderados por mulheres: limite de até 50% do faturamento anterior.
- Taxa máxima: Selic acrescida de até 5% ao ano.
- Análise de crédito: o banco avalia histórico, renda, dívidas e capacidade de pagamento.
- Valor aprovado: a instituição pode liberar menos do que o teto calculado.
Uma empresa que faturou R$ 100 mil não recebe automaticamente R$ 30 mil. Esse valor seria apenas o limite máximo de referência para uma empresa comum.
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Onde o empreendedor pode pedir o crédito?
O pedido é feito diretamente em uma instituição financeira que oferece o ProCred 360.
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal mantêm páginas oficiais da linha.
A disponibilidade pode mudar conforme o banco, a região e o perfil da empresa. Ter conta em uma instituição não garante a contratação.
Em que o dinheiro pode ser usado?
O crédito pode fortalecer a atividade da empresa, desde que seja contratado para uma finalidade ligada ao negócio.
Os cenários mais comuns são:
Por que não basta olhar o valor da parcela?
Antes de assinar, o empreendedor deve comparar taxa, número de meses, carência, seguros, tarifas e Custo Efetivo Total. Também precisa calcular se a parcela cabe nos meses de venda mais fraca.
Uma parcela pequena pode vir acompanhada de prazo longo e custo final maior. O melhor crédito é aquele que melhora o negócio sem sufocar o caixa.




