Um pai de 4 filhos decidiu comprar uma torre enferrujada cercada por água e sem acesso fácil. O Hooper Island Lighthouse, concluído em 1902, virou o centro de uma restauração do farol que pretende unir história, educação e cuidado com a baía.
Quem comprou o Hooper Island Lighthouse?
Richard Cucé, empresário da Pensilvânia com experiência em pintura industrial, comprou o farol em um leilão federal realizado em 2022. A reportagem de referência o apresenta como pai de 4 filhos.
O lance vencedor foi de US$ 192 mil, conforme o histórico atualizado da compra e da restauração. O trabalho anterior de Cucé com estruturas metálicas ajuda a explicar por que ele aceitou recuperar uma torre de ferro exposta à água salgada.

O que torna esse farol tão raro?
O farol fica na Baía de Chesapeake, no estado de Maryland, a cerca de 3,5 milhas da costa. O verbete sobre a Baía de Chesapeake ajuda a localizar o grande estuário ligado ao oceano Atlântico.
O cadastro histórico do Hooper Island Light Station mostra por que a construção tem valor arquitetônico.

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Por que a restauração é tão difícil?
A obra é difícil porque quase tudo precisa chegar de barco. O acesso ao interior ocorre por uma escada lateral, e o trabalho depende do estado da água, do vento e da segurança da equipe.
A estrutura também precisa continuar como patrimônio histórico e como sinal de navegação. Os principais desafios são:
- Acesso: pessoas, ferramentas e materiais precisam atravessar a baía.
- Ferrugem: o ferro recebe água salgada, vento e umidade durante todo o ano.
- Segurança: a subida começa sobre a água e exige uma aproximação cuidadosa do barco.
- Preservação: as mudanças devem respeitar as partes que deram valor histórico ao imóvel.
- Luz ativa: o sinal marítimo continuava em operação em junho de 2026.
O investimento de milhões já foi confirmado?
Não como valor já gasto. A cifra de cerca de R$ 7 milhões aparece na reportagem de referência como uma estimativa para concluir a restauração, e não como uma conta oficial auditada do que já foi pago.
As fontes ligadas ao projeto confirmam a compra, a obra em andamento e a missão ambiental, mas não publicam esse total como gasto fechado.

Como o farol pode virar um centro educativo?
O plano é usar o lugar para falar de história marítima, tecnologia e vida na baía. A missão oficial de restauração e proteção ambiental prevê recuperar faróis antigos e ajudar a conservar os ecossistemas da região.
A proposta divulgada inclui receber visitantes, estudantes e pesquisadores. Antes disso, a equipe ainda precisa terminar a obra e criar um acesso seguro para quem chega de barco.




