Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

Mergulhadores encontraram mais de 400 moedas de ouro no fundo do mar e levaram 30 anos para identificar de onde elas vieram

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
04/07/2026
Em Curiosidades
Mergulhadores encontraram mais de 400 moedas de ouro no fundo do mar e levaram 30 anos para identificar de onde elas vieram

Pesquisas subaquáticas desvendam a rota de um navio mercante do século dezessete.

WhatsApp
Seguir no Google
Chat Box IA

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • As mosquinhas pretas do banheiro parecem surgir do nada, mas o verdadeiro foco pode estar escondido dentro do ralo há 1 semana
  • Passar álcool em gel na tela da TV parece inofensivo, mas pode manchar o aparelho e danificar o revestimento para sempre há 1 semana
  • Arqueólogos abriram 18 tumbas no Egito e encontraram 24 pequenas línguas de ouro colocadas junto aos mortos há cerca de 2 mil anos há 2 semanas
  • Com 659 mil m², 9 blocos gigantes e espaço para mais de 65 mil profissionais, este prédio tomou o recorde de maior edifício de escritórios do mundo há 2 semanas
Mais sobre Curiosidades →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.

Mais de 400 moedas de ouro espalhadas no fundo do mar pareciam, à primeira vista, apenas um tesouro perdido. Mas a descoberta feita por mergulhadores na costa de Devon, na Inglaterra, escondia uma pergunta muito maior: de que navio vinha aquela riqueza, e por que ela havia parado ali?

O tesouro ficou décadas sem dono conhecido

A descoberta começou em 1995, quando mergulhadores encontraram moedas, joias e outros artefatos a cerca de 18 metros de profundidade. O conjunto indicava claramente um naufrágio importante, mas nenhum objeto revelava de imediato o nome da embarcação perdida.

O mistério só foi resolvido após quase 30 anos de investigação arqueológica e pesquisa histórica. Segundo a Universidade de Bournemouth, os pesquisadores identificaram o navio como o Dom van Keulen, mercante holandês que naufragou no século XVII.

Mergulhadores encontraram mais de 400 moedas de ouro no fundo do mar e levaram 30 anos para identificar de onde elas vieram
Artefatos valiosos permaneceram escondidos no fundo do mar por trinta anos – Créditos: Museu Britânico

Uma tigela simples mudou toda a investigação

Embora as moedas de ouro chamassem mais atenção, a pista decisiva veio de objetos bem menos luxuosos. Uma tigela e uma colher de estanho recuperadas no local foram analisadas e apontaram origem holandesa, abrindo caminho para ligar o naufrágio a registros antigos.

O historiador marítimo Ian Friel encontrou documentos que descreviam uma embarcação cuja carga combinava com os achados. Dave Parham, professor de arqueologia marítima na Universidade de Bournemouth, ajudou a consolidar a identificação do navio.

LeiaTambém

Línguas de ouro encontradas em tumbas egípcias

Arqueólogos abriram 18 tumbas no Egito e encontraram 24 pequenas línguas de ouro colocadas junto aos mortos há cerca de 2 mil anos

09/08/2026
Casas neolíticas preservadas no Knap of Howar

Duas casas construídas há mais de 5 mil anos continuam de pé e ainda preservam armários, lareiras e móveis feitos de pedra

08/08/2026
Fragmentos com nomes reais ajudaram a confirmar quem ocupou a tumba

Egito encontra a primeira tumba real desde Tutancâmon e encerra a busca por um faraó perdido

03/08/2026
As estruturas mostram uma comunidade agrícola anterior aos fenícios

Construções de barro escondidas perto do Mediterrâneo revelam povoado de até 4.200 anos no norte da África

03/08/2026

A carga revelava uma rota comercial poderosa

As moedas, hoje em exibição no Museu Britânico, foram associadas à Costa da Barbária, região ligada ao atual Marrocos, e feitas com ouro puro da África Ocidental. A carga mostra como o comércio marítimo conectava África, Marrocos, Países Baixos e Inglaterra.

Entre os itens ligados ao naufrágio, os pesquisadores identificaram materiais que ajudam a reconstruir não só o acidente, mas também a economia da época:

  • Mais de 400 moedas de ouro marroquinas;
  • Joias de ouro dos séculos XVI e XVII;
  • Uma pepita de ouro puro;
  • Canhões, âncoras e fragmentos do navio;
  • Cerâmica, favas e pílulas revestidas de resina.
Mergulhadores encontraram mais de 400 moedas de ouro no fundo do mar e levaram 30 anos para identificar de onde elas vieram
Moedas africanas comprovam conexões comerciais poderosas entre continentes antigos – Créditos: Museu Britânico

Por que essa descoberta tem importância internacional?

O valor do achado vai muito além do ouro. Segundo informações divulgadas pelo Museu Britânico, a descoberta ajuda a entender como mercadores holandeses trocavam produtos manufaturados por ouro africano, que depois podia ser derretido e transformado em moeda europeia.

Jeremy Hill, chefe de pesquisa do Museu Britânico, destacou que encontrar ouro africano no fundo do mar, diante da costa de Devon, levantou questões profundas sobre circulação de riqueza, comércio e naufrágios. A resposta exigiu uma equipe ampla de especialistas.

O mar ainda guarda histórias urgentes

Mesmo com a identificação do Dom van Keulen, muitas perguntas continuam abertas. Não há pintura conhecida do navio, e suas dimensões só podem ser estimadas pela área ocupada pelos destroços, que se espalhavam por cerca de 30 metros no fundo do mar.

Essa descoberta lembra que o passado não está parado nos livros: ele pode estar enterrado na areia, coberto pela água e esperando ser decifrado. Preservar pesquisas arqueológicas é urgente, porque cada naufrágio pode reescrever uma parte esquecida da história humana.

Tags: arqueologiamoedas de ouronaufrágio

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · Chat Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.