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Pessoas que passam horas navegando nas redes sociais não estão entediadas, elas estão presas em um ciclo vicioso que não oferece nenhum benefício, segundo a psicologia

André Rangel  Por André Rangel 
08/04/2026
Em Notícias, Saúde
Uso das redes sociais pode aumentar a solidão

Uso das redes sociais pode aumentar a solidão

O hábito de terminar o dia rolando o feed das redes sociais virou quase automático para muita gente. A tela cheia de fotos, vídeos curtos, textos rápidos e notificações passa a sensação de estar “junto” de amigos, familiares e ídolos, mas, poucos minutos depois de desligar o celular, muita gente sente um vazio difícil de nomear, um cansaço mental misturado com solidão.

O que é “lanchinho social” e como ele afeta a solidão

Na psicologia, o termo social snacking, ou “lanchinho social”, descreve o ato de consumir conteúdo social de forma passiva: rolar o feed, assistir a stories, ler publicações, sem interação real. É como um fast food emocional: dá saciedade imediata, mas pouco “valor nutritivo” para o afeto e o bem-estar.

Após longos períodos de navegação passiva, é comum a sensação de tempo perdido e solidão aumentada. O cérebro recebe muitos estímulos sociais, mas sem troca nem resposta personalizada, o que deixa uma espécie de “fome relacional” que não se resolve com mais rolagem de tela.

Perigos invisíveis das redes sociais – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Como o cérebro reage à presença social sem reciprocidade

Do ponto de vista neurológico, o cérebro reconhece sinais sociais como rostos, linguagem corporal, relatos de vida e emoções em textos e vídeos. Esses estímulos ativam circuitos ligados à convivência e pertencimento, por isso a impressão de estar “no meio de um grupo”, mesmo sozinho no quarto.

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Mas falta a reciprocidade: ninguém responde em tempo real, ajusta o tom da conversa ou demonstra perceber a sua presença. A diferença entre participar de um diálogo e apenas assistir se torna evidente depois, quando a falsa sensação de companhia se dissolve, deixando exaustão e sensação de desconexão.

Qual a diferença entre uso passivo e uso ativo das redes sociais

Estudos recentes, incluindo análises europeias até 2024, mostram que mais importante do que o tempo online é como ele é usado. O uso passivo — só observar, consumir e rolar — aparece associado a maior isolamento, queda de autoestima e piora do humor, especialmente entre jovens.

Já o uso ativo, com trocas reais, mensagens, comentários significativos e conversas continuadas, tende a não ter o mesmo impacto negativo. Para transformar o padrão de uso, vale priorizar ações que aproximem de pessoas reais e não apenas de conteúdos:

  • Distinguir descanso de distração: perceber se a necessidade é de silêncio, lazer ou contato humano antes de pegar o celular.
  • Priorizar conversas reais: abrir o app já pensando em mandar mensagens ou responder amigos.
  • Estabelecer limites de rolagem: definir horários ou tempo máximo para o feed infinito.
  • Alternar com atividades offline: reservar tempo para leitura, caminhada, encontros presenciais ou hobbies manuais.
Alerta para excesso de redes sociais – Créditos: depositphotos.com / sisterspro

Por que relacionamentos parasociais parecem tão reais

Relacionamentos parasociais são laços unilaterais formados com figuras públicas, influenciadores e criadores de conteúdo. Com vídeos diários, lives e stories, detalhes de rotina e emoções são compartilhados, criando uma sensação de intimidade com alguém que não sabe que você existe.

Pesquisas indicam que esses vínculos podem, por um tempo, reduzir a solidão e aumentar a sensação de pertencimento. Porém, como não há ajuste de comportamento em função de cada seguidor, o efeito positivo se desgasta e exige consumo repetido, reforçando o hábito de checar notificações e atualizar o feed em busca da mesma sensação de conexão.

Como transformar o uso das redes em conexão real e urgente

Em vez de abandonar a tecnologia, a proposta é usá-la como ponte para relações de mão dupla. Observar quando o feed é aberto no “piloto automático”, registrar como você se sente antes e depois e reservar ao menos um horário do dia para transformar rolagem passiva em mensagens ativas já pode mudar a qualidade das conexões.

Não espere o próximo esgotamento digital para agir: escolha hoje um momento do seu dia para mandar uma mensagem sincera, marcar um encontro presencial ou iniciar uma conversa significativa. Cada decisão consciente de sair da interação unilateral e buscar troca real é um passo imediato para reduzir a solidão e recuperar sua energia emocional.

Tags: Ansiedadeaumentar a solidãobem-estarpsicologiaredes sociaissolidão

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